Karine Saímos do quarto. Ele foi na frente e eu fiquei um pouco atrás. Quando cheguei na laje, o cheiro de carne assando já tomava conta do ar. Peguei um prato, coloquei alguns pedaços no ponto certo e me servi de um copo de refrigerante gelado. Numa das mesas estavam Pitbull, Natan e Eduarda. Caminhei até lá e sentei na cadeira ao lado do Pitbull, que segurava uma cerveja numa mão e a Melinda no colo. Eduarda: Você não namora, Karine? – Eduarda perguntou, puxando assunto. Karine: Não. Por quê? – perguntei, curiosa. Eduarda: Ah, nada não... é que deve ter um monte de homem louco por você por aí. – ela disse, com um sorriso malicioso. Karine: Não dou bola pra isso, não. – acabei rindo. Pitbull permaneceu calado, apenas ouvindo, mas vi de canto de olho que ele não desgrudava o olhar.

