Pitbull Minha correria no morro começou cedo, como sempre foi. Ajudei os moradores com algumas coisas que precisavam – era sempre assim: quando precisavam, vinham pedir minha ajuda e eu ajudava na maior tranquilidade. As horas passaram voando. Por volta de cinco da tarde, lembrei que eu ia levar a Karine pra jantar. Pitbull: Merda! – bufei, já pegando meu celular e mandando uma mensagem pra Eduarda. Ela ia ter que me ajudar no que eu tava planejando fazer – e ela mais que ninguém era boa nessas coisas. Eu sei que a Karine era acostumada a ir nesses lugares chiques, com gente fina, mas eu queria fazer algo do meu jeito, pra ela sempre lembrar de mim. Então pedi a Eduarda que viesse mais cedo pra casa e preparasse um jantar – um pouco romântico, digamos assim. Era até estranho tá planejan

