Sophia narrando
Ainda eram 18h e eu tava deitada na cama do meu quarto novo!
O daddy disse que ia ficar no escritório, esperando a ligação da policial e logo iria me dizer a resposta.
Eu tô um pouco aflita, mas vai dar tudo certo, eu espero.
Escuto batidas na porta do meu quarto.
— babygirl? "o daddy me chama"
— pode entrar daddy, alguma notícia r**m? "Arrisco perguntar mesmo com medo da resposta"
— não, não, muito pelo contrário, foi provado que a sua amiga agiu por legítima defesa, então, caso encerrado. Mas.. os policiais estão tentando encontrar a sua mãe, mas não encontraram nenhum rastro dela.
Tremi, mas não quero demonstrar que tô com medo.. eu tenho que ser forte.
Tenho que ser forte.
— Baby, tá tudo bem? "Volto a realidade quando ouço o daddy me chamando"
— Eu.. eu tô.. bem, não tenho medo dela.. ela não pode mais me ferir..
— Eu não vou permitir que ela te machuque, nem ela, nem ninguém. "Ele diz e me abraça, e eu dou um sorriso fraco"
Quando eu penso finalmente estar vivendo em paz, novamente..
A minha mãe aparece pra estragar tudo.
Na verdade, nem apareceu né, tá sumida.
Mesmo ela estando longe da minha vista, ainda consegue me afetar.
Suspiro fundo e decido não pensar nisso.
— Daddy.. voxe pode preparar uma mamadeira com chá de camomila pra mim?
— Claro que eu posso meu amor.. só espera um pouquinho aqui deitadinha.
Deitei na cama e peguei meu celular pra ligar pra Renata.
— Oi amiga, o que foi que houve? Você nunca me liga. "Ela pergunta"
— Amiga.. o seu caso foi encerrado e foi provado que foi legítima defesa.. mas a polícia não tá encontrando minha mãe, ela tá foragida, e eu tô com medo dela estar mais perto do que penso. "Desabafei"
— Relaxa.. quem te protege não dorme! Vai ficar tudo bem e a sua mãe não vai chegar até você.. logo vão achar ela e ela vai ter que responder por tudo.
Suspirei fundo novamente.
— Voxe vem mesmo no fim de semana né? "Pergunto"
— Xiim. Claro que eu vou, mas o seu daddy não vai ficar bravo?
— Não vai.. ele gosta que eu faça amizades.
— Tá bom então.. eu vou inventar alguma história pra véia, provavelmente ela vai fazer de tudo pra me impedir de ir.
— Amiga tenho que desligar agora, preciso resolver umas coisas.
— Tudo bem, beijos soph!
Desligo o telefone.
E decido tomar uma.. iniciativa.
Saio do meu quarto e decido ir pro quarto que é meu e do daddy.
Tiro minhas roupas e deito na cama, e me cubro.
Começo a tocar na minha ppk e a gemer.
Paro os movimentos quando me sinto observada, e vejo que o daddy me achou, hihi.
— Pensei que estivesse no seu quarto mas... Te achei pelos seus.. sons. "Ele fala desajeitado"
— Daddy... Me ajuda. "Choramingo pra ele"
— Baby, como quer que eu te ajude?
— Me fode. "Não acredito que essas palavras estão saindo da minha boca..."
Ele nem espera eu falar mais nada, e abre as minhas pernas e começa a encarar a minha i********e.
— Você tem certeza disso, bebê? "Ele pergunta"
— Sim daddy... Eu quero ser sua.
Ele desabotoa a calça que usava, e o vejo pegando uma c*******a na gaveta da cômoda, ele coloca a c*******a e eu o observo.
Como eu vou aguentar tudo isso? Não vai caber tudo isso aqui não..
Onde fui me meter?
Agora já é tarde demais pra desistir.
Ele vem por cima de mim, e me dá selinhos no pescoço, e vai descendo, e descendo...
Até chegar na minha ppk. Ele começa a c****r suavemente, e eu me contorcia de t***o.
— Não.. daddy.. vem logo.
Puxo ele e o beijo ferozmente, e ele começa a pincelar o p*u dele na entrada da minha ppk, e vai enfiando devagar.
Parece que tá rasgando, mas ao mesmo tempo é prazeroso, e eu não quero que ele pare..
— Tão apertada.. "Ele sussurra no meu ouvido"
Quando ele nota que minha ppk tá encharcada, começa a estocar mais e mais forte cada vez mais.
E agora a dor não faz parte do meu vocabulário mais.
Aquilo era muito bom..
Ele tira o p*u de dentro de mim, e eu o encaro tentando entender.
— Baby.. vem por cima, vem. Senta pro daddy.
Mudamos de posição e eu fui por cima dele dessa vez.
— Daddy.. eu.. não sei fazer isso.
Ele aperta minha cintura e começa a me guiar, e aí eu começo a pegar o ritmo.
Começo a rebolar no p*u dele e fico encarando as expressões de prazer que ele faz.
— Babygirl.. se você continuar.. eu vou..
— Vai o quê, daddy?
Começo a rebolar mais forte e ele começa a gemer no meu ouvido.
Sinto uma sensação estranha na minha ppk, como se fosse um formigamento e começo a gemer mais alto.
— Daddy.. eu acho que vou... Aaaaahhhh..
Ele aperta meu corpo contra o dele e soca mais fundo ainda e eu acabo gozando bastante.
— Baby... Eu vou gozar também..
Ele anuncia e acelera as estocadas, e então geme no meu ouvido.
— Tão gostosa... Ahh.
Depois de acabar tudo, ele tirou a c*******a e a jogou fora.
Estávamos soados demais, e eu olhei pro lençol e tinha um pouco de sangue. Bastante até.
— Daddy.. desculpa.. o lençol.. sujou.
— Tá tudo bem meu amor, não tem problema, eu vou lavar eles hoje ainda.
Tento levantar, mas sinto a minha i********e ardendo.
— Aii!
— O que foi? Tá doendo muito? Eu te machuquei? "Ele pergunta preocupado"
— Tá doendo daddy.. mas foi bom.
— Vem, vamo tomar banho. "Ele me chama e eu vou até o banheiro do nosso quarto"
Ele começa a encher a banheira e quando termina, diz pra eu entrar.
— Vem, o daddy vai te dar um bainho!
Entro na banheira e sinto meu corpo relaxando mais.
— Vai querer lavar o cabelo? Tá todo soado..
— Xiim daddy!
Ele pega um shampoo da Johnson's baby, que nele diz "hora do sono"
Mas era só um shampoo, impossível dar sono!
O daddy começou a molhar o meu cabelinho e começou a passar o shampoo nele e massagear suavemente, era tão booom!
Depois ele enxaguou e passou o condicionador, da mesma marca.
Depois de lavar meu cabelo, ele lavou o meu corpinho e minhas partes de princesa... E aí eu saí da banheira e ele me enrolou num roupão rosa, que eu nem sabia que ele tinha comprado.
— Vai pro quarto meu amor, o daddy vai pegar o secador.
Obedeci e sentei na cama esperando ele.
Vejo ele vindo até mim, com um secador... Ou melhor, um mini secador, era fofinho, nunca tinha visto desse modelo.
Ele desembaraçou meu cabelo e começou a secar ele.
Depois de seco, ele fez duas tranças e me deu um beijinho na testa.
— Hora de dormir, babygirl.
Ele diz e me entrega a minha mamadeira com o chá de camomila que pedi.
Depois de tomar tudo, minhas pálpebras começaram a pesar.
— Ba noite, daddy..
— Boa noite, baby. "Escuto a voz dele porém distante"
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