Capítulo 14

1224 Words
Sophia narrando Ainda eram 18h e eu tava deitada na cama do meu quarto novo! O daddy disse que ia ficar no escritório, esperando a ligação da policial e logo iria me dizer a resposta. Eu tô um pouco aflita, mas vai dar tudo certo, eu espero. Escuto batidas na porta do meu quarto. — babygirl? "o daddy me chama" — pode entrar daddy, alguma notícia r**m? "Arrisco perguntar mesmo com medo da resposta" — não, não, muito pelo contrário, foi provado que a sua amiga agiu por legítima defesa, então, caso encerrado. Mas.. os policiais estão tentando encontrar a sua mãe, mas não encontraram nenhum rastro dela. Tremi, mas não quero demonstrar que tô com medo.. eu tenho que ser forte. Tenho que ser forte. — Baby, tá tudo bem? "Volto a realidade quando ouço o daddy me chamando" — Eu.. eu tô.. bem, não tenho medo dela.. ela não pode mais me ferir.. — Eu não vou permitir que ela te machuque, nem ela, nem ninguém. "Ele diz e me abraça, e eu dou um sorriso fraco" Quando eu penso finalmente estar vivendo em paz, novamente.. A minha mãe aparece pra estragar tudo. Na verdade, nem apareceu né, tá sumida. Mesmo ela estando longe da minha vista, ainda consegue me afetar. Suspiro fundo e decido não pensar nisso. — Daddy.. voxe pode preparar uma mamadeira com chá de camomila pra mim? — Claro que eu posso meu amor.. só espera um pouquinho aqui deitadinha. Deitei na cama e peguei meu celular pra ligar pra Renata. — Oi amiga, o que foi que houve? Você nunca me liga. "Ela pergunta" — Amiga.. o seu caso foi encerrado e foi provado que foi legítima defesa.. mas a polícia não tá encontrando minha mãe, ela tá foragida, e eu tô com medo dela estar mais perto do que penso. "Desabafei" — Relaxa.. quem te protege não dorme! Vai ficar tudo bem e a sua mãe não vai chegar até você.. logo vão achar ela e ela vai ter que responder por tudo. Suspirei fundo novamente. — Voxe vem mesmo no fim de semana né? "Pergunto" — Xiim. Claro que eu vou, mas o seu daddy não vai ficar bravo? — Não vai.. ele gosta que eu faça amizades. — Tá bom então.. eu vou inventar alguma história pra véia, provavelmente ela vai fazer de tudo pra me impedir de ir. — Amiga tenho que desligar agora, preciso resolver umas coisas. — Tudo bem, beijos soph! Desligo o telefone. E decido tomar uma.. iniciativa. Saio do meu quarto e decido ir pro quarto que é meu e do daddy. Tiro minhas roupas e deito na cama, e me cubro. Começo a tocar na minha ppk e a gemer. Paro os movimentos quando me sinto observada, e vejo que o daddy me achou, hihi. — Pensei que estivesse no seu quarto mas... Te achei pelos seus.. sons. "Ele fala desajeitado" — Daddy... Me ajuda. "Choramingo pra ele" — Baby, como quer que eu te ajude? — Me fode. "Não acredito que essas palavras estão saindo da minha boca..." Ele nem espera eu falar mais nada, e abre as minhas pernas e começa a encarar a minha i********e. — Você tem certeza disso, bebê? "Ele pergunta" — Sim daddy... Eu quero ser sua. Ele desabotoa a calça que usava, e o vejo pegando uma c*******a na gaveta da cômoda, ele coloca a c*******a e eu o observo. Como eu vou aguentar tudo isso? Não vai caber tudo isso aqui não.. Onde fui me meter? Agora já é tarde demais pra desistir. Ele vem por cima de mim, e me dá selinhos no pescoço, e vai descendo, e descendo... Até chegar na minha ppk. Ele começa a c****r suavemente, e eu me contorcia de t***o. — Não.. daddy.. vem logo. Puxo ele e o beijo ferozmente, e ele começa a pincelar o p*u dele na entrada da minha ppk, e vai enfiando devagar. Parece que tá rasgando, mas ao mesmo tempo é prazeroso, e eu não quero que ele pare.. — Tão apertada.. "Ele sussurra no meu ouvido" Quando ele nota que minha ppk tá encharcada, começa a estocar mais e mais forte cada vez mais. E agora a dor não faz parte do meu vocabulário mais. Aquilo era muito bom.. Ele tira o p*u de dentro de mim, e eu o encaro tentando entender. — Baby.. vem por cima, vem. Senta pro daddy. Mudamos de posição e eu fui por cima dele dessa vez. — Daddy.. eu.. não sei fazer isso. Ele aperta minha cintura e começa a me guiar, e aí eu começo a pegar o ritmo. Começo a rebolar no p*u dele e fico encarando as expressões de prazer que ele faz. — Babygirl.. se você continuar.. eu vou.. — Vai o quê, daddy? Começo a rebolar mais forte e ele começa a gemer no meu ouvido. Sinto uma sensação estranha na minha ppk, como se fosse um formigamento e começo a gemer mais alto. — Daddy.. eu acho que vou... Aaaaahhhh.. Ele aperta meu corpo contra o dele e soca mais fundo ainda e eu acabo gozando bastante. — Baby... Eu vou gozar também.. Ele anuncia e acelera as estocadas, e então geme no meu ouvido. — Tão gostosa... Ahh. Depois de acabar tudo, ele tirou a c*******a e a jogou fora. Estávamos soados demais, e eu olhei pro lençol e tinha um pouco de sangue. Bastante até. — Daddy.. desculpa.. o lençol.. sujou. — Tá tudo bem meu amor, não tem problema, eu vou lavar eles hoje ainda. Tento levantar, mas sinto a minha i********e ardendo. — Aii! — O que foi? Tá doendo muito? Eu te machuquei? "Ele pergunta preocupado" — Tá doendo daddy.. mas foi bom. — Vem, vamo tomar banho. "Ele me chama e eu vou até o banheiro do nosso quarto" Ele começa a encher a banheira e quando termina, diz pra eu entrar. — Vem, o daddy vai te dar um bainho! Entro na banheira e sinto meu corpo relaxando mais. — Vai querer lavar o cabelo? Tá todo soado.. — Xiim daddy! Ele pega um shampoo da Johnson's baby, que nele diz "hora do sono" Mas era só um shampoo, impossível dar sono! O daddy começou a molhar o meu cabelinho e começou a passar o shampoo nele e massagear suavemente, era tão booom! Depois ele enxaguou e passou o condicionador, da mesma marca. Depois de lavar meu cabelo, ele lavou o meu corpinho e minhas partes de princesa... E aí eu saí da banheira e ele me enrolou num roupão rosa, que eu nem sabia que ele tinha comprado. — Vai pro quarto meu amor, o daddy vai pegar o secador. Obedeci e sentei na cama esperando ele. Vejo ele vindo até mim, com um secador... Ou melhor, um mini secador, era fofinho, nunca tinha visto desse modelo. Ele desembaraçou meu cabelo e começou a secar ele. Depois de seco, ele fez duas tranças e me deu um beijinho na testa. — Hora de dormir, babygirl. Ele diz e me entrega a minha mamadeira com o chá de camomila que pedi. Depois de tomar tudo, minhas pálpebras começaram a pesar. — Ba noite, daddy.. — Boa noite, baby. "Escuto a voz dele porém distante" ❁❁❁❁❁❁❁❁❁❁❁❁❁
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD