Futura Sra. Fratelli

1869 Words
KALEO FRATELLI Algumas horas mais cedo... Por muito pouco eu não a beijei. Vê-la usando nada além daquela toalha foi quase o suficiente para destruir meu autocontrole. Laura é absurdamente atraente — e o pior é que ela m*l tem noção do efeito esmagador que provoca em mim. Nem em mim, nem nos outros. Eu a provoquei de propósito. Queria que percebesse exatamente o que estava rejeitando. Só que acabei me ferrando, porque fiquei duro pra c*****o fazendo isso. Antes de voltar ao escritório, desvio até meu quarto. Tiro a roupa e entro direto sob a água gelada do chuveiro. Não adianta. Meu p*u continua duro. Me dando conta que esse é a forma mais rápida de me acalmar, faço algo que já não fazia há muitos anos, eu me masturbo. Envolvo minha mão ao redor do meu p*u que está latejando e começo a movimentá-la lentamente, a medida que Laura invade meus pensamentos com tamanha facilidade. Minha mente constrói cada detalhe dela nua nas minhas mãos. As costas arqueadas. O corpo cedendo. A boca entreaberta chamando meu nome. Implorando. Querendo mais. Sempre mais. O gemido que me escapa vira um rosnado. Apoio a mão livre no vidro do box, fechando os dedos com força quando imagino os fios loiros dela entre eles. Aperto os olhos e acelero o ritmo, ouvindo sua voz na minha cabeça — desejando, pedindo, exigindo. — p***a! — solto um gemido alto quando g**o — Laura! Permaneço parado por um longo tempo, minha respiração descompassada. Preciso f***r alguém. Fecho o chuveiro e enrolo uma toalha em minha cintura. Pego meu celular enviando uma mensagem para Ruby, lhe dizendo a hora que deve me encontrar no mesmo local de sempre. Não preciso da resposta. Sei que ela vai aparecer. Volto ao escritório e tento prestar atenção no que Alan diz. Falho miseravelmente. § — Senti sua falta, chefinho — Ruby ronrona, ajoelhada diante de mim. Ela abre minha calça social e me libera. Estou sentado numa poltrona, copo de whisky na mão, observando enquanto ela se esforça para me impressionar. As unhas dela arranham minha pele. Inclino a cabeça para trás quando sua língua toca a ponta do meu p*u — e minha mente imediatamente substitui a cena. Eu poderia facilmente fingir que é Laura. Solto uma respiração longa, deixando minha imaginação trabalhar. O que não é difícil visto que, a loira me enlouquece sem fazer absolutamente nada. Ainda não sei como consigo me controlar tão bem perto dela. Puxo o ar com o toque de sua língua quente e engulo minha saliva. Não é Ruby. É Laura. Solto um suspiro longo, deixando a fantasia tomar conta. Não é difícil. A loira me enlouquece sem fazer absolutamente nada. — Não sentiu minha falta? — a voz invade, indesejada. — Cala a p***a da boca — rosno, tentando manter o foco. O celular vibra na mesa. Ignoro. Levo a mão aos cabelos dela, imaginando fios loiros entre meus dedos. Empurro mais fundo, sentindo sua garganta me envolver. Ela engasga. Isso só me faz avançar mais. — p***a… — rosno. — Isso, Laura… Sinto sua mão bater na minha perna freneticamente, abro meus olhos ainda atordoado. Só então notando que a mulher que está com o meu p*u na boca não é Laura e sim Ruby. Me sinto muito frustrado. O torpor do álcool quase se esvai e sinto meu p*u prestes a amolecer. — Laura? — Ruby cruza seus braços. Respiro fundo, me ajeitando. Tombo minha cabeça no encosto estofado da poltrona, sem qualquer interesse em exlicar a ela quem é a dona desse nome. — É na sua noiva que está pensando, enquanto recebe um boquete meu, Kaleo? Olho para a ruiva. — Como sabe sobre ela? — seguro seu braço a trazendo para perto do meu rosto. — Então é mesmo verdade? — ela arregala seus olhos me empurrando — Você vai se casar! — Responde logo, c*****o! — Eu vi ela hoje. — diz entre dentes — Belinda nos apresentou no salão. Se minha irmã fez isso, a essa altura Laura já sabe quem Ruby é, e por consequência o que fazemos. Um certo desconforto me atinge ao, imaginar a cena constrangedora que deve ter sido para a loira. Cazzo! Belinda você me paga! Esfrego a mão no rosto, incrédulo. — Você não pode se casar. — seu tom de voz autoritário me irrita. — O quê? — solto uma risada alta — Enlouqueceu de vez? Me levanto da poltrona, logo subindo minhas calças. O celular vibra outra vez. Agora olho. Mensagem de Draco. Draco Basile: Sua noiva e sua irmã estão na Lussuria. Merda, estão estão aqui?! Belinda só pode ter enlouquecido pra ir justamente à única boate que eu proibi ela de frequentar. Bloqueio a tela e saio do quarto ignorando Ruby me chamando. Caminho direto até a ala principal. Passo a mão no meu rosto e cabelo. Bloqueio a tela do celular, saindo do quarto para ir até a ala principal da boate, aonde fica situado o palco com mulheres seminuas. Procuro por alguma das duas e encontro não só Belinda mas, também Laura dançando em um dos poucos camarotes abertos. A loira está extremamente sexy com a roupa justa e curta, que está usando. Respiro fundo me acomodando no bar. — Senhor Fratelli. — o barman me cumprimenta entregando o que sempre peço, um copo de whisky sem gelo. Ao olhar na direção delas, vejo que minha presença já foi notada pela loira, visto que, seus olhos estão focados em mim. E enquanto seus quadris se movem de forma lenta e sensual eu a observo. Apesar do meu estado de raiva por elas estarem aqui, não posso negar, a visão dessa mulher dançando enquanto mantém seus olhos em mim é incrível. Me ajeito sentindo minha calça ficar consideravelmente apertada. Pego a bebida e acabo com ela em apenas um gole, volto meus olhos para Laura, não querendo perder nada. Mas, um grupo de pessoas se aproximam e deduzo que são os amigos da minha irmã. A loira cessa seus movimentos se afastando um pouco. Parecendo agora desinteressada, ela olha ao redor, contemplando o ambiente até que, seus olhos encontram os meus uma outra vez. Laura sorri provocadora e ergue seu copo com uma bebida vermelho-sangue. Balanço minha cabeça. — Não sabia que vinha hoje. — Alan se aproxima. Nem sequer o olho quando lhe deu a resposta. — Eu devia estar fodendo a Ruby agora mas...— aponto com o queixo em direção a Laura e Belinda. Alan segue meu gesto e quando se depara com a cena solta uma risada. — Não possso negar, ela é muito gostosa, mesmo sendo... O encaro rapidamente e meu irmão se cala. — Não acredito que, prefere aquela louca da Ruby... Fecho meus olhos por um momento sentindo a raiva começar a se intensificar dentro de mim ainda mais. Alan sabe muito bem os termos que esse casamento envolve e ainda assim insiste em me provocar. — Eu vou até lá, falar com elas. — Non esiste! — o impeço. — O que está havendo? — ele ergue uma sobrancelha curioso. Se eu soubesse com certeza ele não seria a primeira pessoa para quem eu contaria. — Só não se aproxime da minha mulher. — olho para ele. — Ainda não estão casados e mais. — franze a testa — Você estava com a, Ruby. — Uma coisa não anula a outra. — dou de ombros — Se Laura quiser t*****r com alguém será comigo. — Acha justo que você fique com outras mulheres e ela não fique com ninguém? — Acredita mesmo que, eu vou permitir algum bastardo de merda tocar nela? - sorrio — Você não me conhece mesmo Alan. Ela é minha, estou pouco me fodendo que, seja apenas no papel. Ele sorri erguendo as sobrancelhas. Desgraçado, não acredito que ele me testou desse jeito e eu cai! Por qual razão meus irmãos gostam tanto de testar a minha paciência? — Temos isso em comum. — diz brindando no meu copo agora cheio — Somos loucos e completamente possessivos quando, algo chama a nossa atenção. — Bastardo.— resmungo, tomando outra dose da bebida marrom a minha frente. — Bom convenhamos que ela é de parar o trânsito e que está meravigliosa. — ele diz com um suspiro ao pronunciar a palavra "maravilhosa" em italiano — Ah merda. Olho para o local em que as duas mulheres encrenqueiras estão. Um homem se aproxima de Laura, suas mãos asquerosas agarram a cintura dela. Travo meu maxilar sentindo o desconforto me atingir outra vez. Vejo o momento que o sorriso dela se desfaz, o homem se aproxima mais e Laura se vira em sua direção. Diz algo para ele e volta a dançar com minha irmã. Mas, o desgraçado não desiste e quando agarra o braço dela a puxando para si, me levanto andando a passos largos e firmes na direção deles. Empurro quem entra no caminho. De repente tiros são disparados e uma confusão desenfreada se inicia. Pessoas gritam e correm de um lado para o outro dificultando meu caminho até Laura e Belinda. Vejo os seguranças correrem em direção ao local e isso me deixa preocupado. Me movo mais depressa contra a multidão que corre para o lado oposto que estou indo. Quando finalmente consigo chegar, não encontro Laura de imediato. Mas me dou conta do seu paradeiro muito rapidamente quando, vou até o parapeito do camarote em que o grupo de amigos de Belinda está, é então que eu a vejo. Desço até o lugar e me surpreendo - porém nem tanto - com a cena a minha frente. O homem que estava insistindo ter algo com Laura esta agora no chão, coberto de sangue. Enquanto isso a loira está parada olhando para o corpo. — Uma despedida de solteira e tanto não é mesmo, fratello? — ouço voz da minha irmã. Olho en direção a ela e a encontro sorrindo com um copo na mão. — Não é o momento de fazer piadas, Belinda. — ralho. Ela revira os olhos dando de ombros, completamente indiferente. Mas, protesta para não ir embora, enquanto Laura apenas anda em direção a saída sem dizer uma única palavra. Noto seu rosto manchado de sangue e se fosse qualquer outra pessoa, perguntaria se está ferida contudo, sei que o sangue em seu rosto e corpo não são da loira. Um sorriso orgulhoso brota em meus lábios. — Quem é esse? — Alan pergunta ao se aproximar. — Thomas Smith. — é Draco quem responde. — O cara que sempre fechava metade dos camarotes daqui? — meu irmão do meio se engasga. — Ele mesmo. — confirmo. — p***a. — murmura meu irmão — Fratello, ele... — Não interessa quem ele era e o quanto gastava de dinheiro aqui. — encaro os dois — Que ele sirva como um aviso para que, não se metam com a futura Sra. Fratelli! — brado em voz alta o suficiente para atrair a atenção de diversas pessoas — Agora tirem o corpo desse filho da p**a da minha boate! Dou a ordem seguindo em direção a saída, para levar as duas encrenqueiras embora.
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