Vivi no interior até me tornar adulto. Naquela época, as descobertas sexuais aconteciam entre os meninos. Havia competições de m*********o, brincadeiras de "mão amiga" e trocas de carícias. Era mais esfregação do que penetração. Lembro-me da primeira vez que um p au entrou no meu c u. Foi com Francisco. Era a vez dele. Durante a esfregação de p au contra o meu c u, senti uma pressão mais forte bem na entrada. Ele percebeu onde estava e forçou. A cabeça do pa u dele deslizou para dentro. — Ai. — Entrou? — Está entrando. Eu estava de quatro e ele atrás. Senti as mãos dele nos meus ombros. Tentei fechar o c u, mas não deu tempo. Senti o p au deslizar mais um pouco para dentro. — Ai, meu c u. — Vai entrar tudo. — Está doe ndo. — Aguenta só um pouquinho. A d or vai passar. — Tira, esp

