Sentia as veias de seu pa u inchando cada vez mais. Dado momento eu não aguentei, e num ato impensado, abaixei meu rosto e engoli seu pa u até onde coube na minha boca e comecei a chupar, enquanto me mastu rbava discretamente. Só me lembro dele dizer: "Ai, não acredito que isso está acontecendo, que boca macia!", chupava a cabeça e descia até onde eu aguentava, passava a língua em toda extensão e subia apertando com a boca, até que ele não aguentou e lavou minha garganta com seu esperma. Parei de chupar, mas com o pi nto dentro da minha boca, fiquei masturb ando, até sair toda sua po rra, que encheu minha boca e engoli tudo, para não escorrer nele. Percebi que o p au começou a murchar, então vesti seu calção e me despedi no escuro mesmo, o qual não sabia como me agradecer; naquela noite e

