Ele não a fez esperar muito. Marcola desligou o carro e se moveu com a mesma destreza, passando para o banco de trás logo atrás dela. A presença dele, grande e imponente, preencheu o banco de trás. Deisilayne sentiu as mãos fortes dele em seus quadris, e ele a colocou de quatro, empurrando-a para a frente no assento de couro macio. Suas mãos e joelhos afundaram levemente no estofamento, e sua b***a ficou empinada, convidativa, exposta à luz da rua e à escuridão do carro. Ela esperava, com o corpo tenso, cada fibra de seu ser implorando pela penetração. A camisinha que ele havia colocado no pênis parecia um convite irrecusável. Deisilayne achou que ele fosse meter, que finalmente sentiria a plenitude que tanto ansiava. Mas Marcola era um mestre na arte da tortura prazerosa. Em vez de ava

