Samanta, 40 anos, era a personificação da mulher brasileira: morena queimada do sol, corpuda demais, com uma b***a enorme e um peitão GG. Sua beleza era imponente, acentuada pela altura e pelo cabelo crespo na altura dos ombros, tingido de um tom dourado vibrante. Naquela noite, vestia um vestido pink que abraçava suas curvas, e o cabelo solto exalava um perfume delicioso. O dia do seu aniversário de 40 anos tinha sido contente, mas a noite estava se revelando sombria. Ela estava solteira e sofrendo pelo ex, e a tentativa de comemorar com as amigas em um barzinho badalado parecia um erro imenso. Assim que pisou no local, a dor da solidão e o peso da nostalgia bateram forte. Para evitar o olhar de pena das amigas e a música alta, ela saiu para tomar um ar e parou perto da calçada, onde do

