–... Nove, dez! Pronto ou não, lá vou eu! – Âmber terminou a contagem antes de sair em disparada à procura do amigo. Encolhido em um buraco no tronco da árvore mais antiga da propriedade de seu tio, Edward tentava esconder-se sem muito sucesso. "Devia ter escolhido o celeiro" – Pensou com um suspiro. – Ahá! Eeeeeu te achei! – A menina assustou-o com um grito – Francamente Edward Baudelaire, eu esperava mais de você! – Completou com um sorriso. Desde quando, aos trancos e barrancos, haviam se tornado amigos três anos antes, todas as tardes eram repletas de brincadeiras divertidas, conversas extensas e cheia de conteúdos relevantes. Como Rupert não permitia ao sobrinho ficar muito tempo fora, a maioria desses momentos se passava na casa dele, que era o tutor legal do garoto. Edward con

