Kate Droga! O sonho de novo, não. Porém, foi diferente dessa vez. Além de sentir aquela vibração estranha no corpo, a pessoa não tinha rosto e também senti que pertencia a ele de alguma forma. Abri os olhos, tentando controlar a respiração, tentei enxergar o teto, mas estava tudo escuro. O relógio marcava quatro e trinta e cinco da madrugada, pelo menos, tive cinco minutos a mais. Levantei da cama, como de costume, fui ao banheiro levando a minha arma, junto. Coloquei-a em cima da pia, abri a torneira e lavei o rosto. Meu coração batia rápido, e pensar que ainda faltava uma semana para me consultar, outra vez, com a psicóloga... Ela veria que não fiz progresso e que meu sonho mudou um pouco. Peguei minha arma, saí do quarto e fui para a cozinha, verificando se a Miranda não tinha apar

