Evelin Brown — Mas quer saber... Evelin Brown, eu volto outro dia... Imagino que você não estará com essa pose de quem manda em alguma coisa, quando souber realmente quem eu sou. A forma como ele pronuncia meu nome me irrita. Não é apenas um nome. Ele o molda com escárnio, como se eu fosse insignificante, como se ele já soubesse algo que eu ainda não sei, e estivesse apenas esperando pelo momento de me assistir desmoronar. Ele se vira, com um movimento despreocupado, displicente, como se minha presença não passasse de um detalhe irrelevante... Mas, antes de sair da sala, seus olhos cortantes deslizam para a mulher que está ao seu lado que deve ter a minha idade ou ser pouco coisa mais nova do que eu. — Cunhada... vamos embora. A palavra escorre de seus lábios com uma satisfação enor

