Capítulo 17: Por que os sonhos não são reais...

640 Words
Uma coisa era certa amava Isabel, como nunca amou ninguém em sua vida, tinha que se conter, porque devido ao seu ciúme doentio, poderia acabar coma vida dela e a dele. Não sabia explicar a obsessão que a jovem despertou nele, mas queria ela só pra sim, estava na sala do trono. Lembrando dos doces momentos juntos,e cada vez mais se lamentava por ter sido tão irracional. Judith sua irmã mais nova entra e pergunta porque ele estava tão preocupado. _Sabe irmã pesei a mão na minha rainha, sem saber se havia algo realmente teria acontecido ou se foi apenas uma impressão. _Onde está minha cunhada? _No quarto, eu irei já lá, secarei essa taça de vinho para ir dormir. _ Vai dormir com ela? _ Sim. _Juízo meu irmão, Juízo… Então a jovem o beija no rosto e sai. Isabel está sozinha, dentro de uma espécie de banheira quando começa a sonhar com os Eucaliptos, a cachoeira preferida, seu povo humilde e as ações sociais que fazia. Então, uma fumaça apareceu em seu quarto, e a deusa Anuke, sem nada lhe falar tocou na água que banhava seu corpo, tirando todas as manchas feitas na mulher. _”Isabel você é minha protegida, mesmo que não esteja em minha cachoeira, onde estiver um rio ou água em movimento, contigo estarei”. Como se iniciou a fumaça gelada se desfez, então Juliana e outra dama de honra testemunharam que Isabel realmente era protegida. _Minha rainha as manchas desapareceram… _Por favor não comentem nada do que viram ou ouviram. As duas mulheres concordaram. Passando cremes em seu corpo, com uma linda manta de seda preta, a jovem penteava seus cabelos escuros. O rei ao entrou no quarto contemplou a mulher que ele era obcecado,então ele falou:_ Quero lhe ter! Sem demora, a jovem ficou de pé, deixando sua vestes cair, o homem embriagado de paixão ficou, começou a beijar seus lábios macios, e assim foi correspondido,ela aprendeu que jamais poderia dizer não a seu marido. Ele lhe beijava as pernas, seu s*x*, subia aos sei**, logo, estava lhe penetrando com todo amor, a cegueira do ciúme havia se dissipado, ela era dele e ali lhe demonstrava isso, em seu ouvindo falava o quanto a amava e que castiga-lá, fez ele entender que não conseguiria viver sem ela. Ela o embriagava com seu corpo perfeito, e assim cheio de paixão chegou ao clímax do amor, ela recebeu toda sua essência, e ele adormeceu ao lado de sua rainha. Em Lastidar, quando pensava em Isabel, Dacchan sofria, mesmo que morresse iria fugir com ela, arrasta-la com ele, fingia-se de um bom marido, mas naquela noite, lhe deu uma energia estranha, como sonâmbulo saiu, vestiu uma capa e partiu até a fronteira de Sore, Isabel que assim dormia, se encheu de agonia, levantou-se rapidamente, cega, ouvia apenas uma voz que a chamava, com um capuz escuro, montou em um cavalo,o reino todo dormia , chegou também a fronteira e como pareciam hipnotizados, os corpos dos dois amantes se encontraram , palavra nenhuma se ouvia, só os beijos ardentes e o amor sendo recebido e dando sem cobranças, ele a possuía, a mulher gritava e gemia, de repente, os olhos abrem, não estavam um com outro, eram um sonho, do lado dele a mulher de belos cabelos loiros, do lado dela o belo homem com uma cicatriz, ela levanta e vai a sacada, ele levanta-se até a sacada, pior que não ter o seu amor é esta do lado de quem não se sente nada. Ela chora. Ele chora, precisam um do outro, mas tinham consciência que tinham um dever com seu povo a cumprir. _Que foi amor? Perguntou Larrana. _Que foi amor? Pergunta Weovi. _So fiquei sem sono, responde cada um em seu castelo, a distância significativa de um dia viver esse amor!
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