Capítulo 44: Purificação e condenação

1002 Words
Weovi, mostrava mais uma vez seu caráter assustador, Isabel logo muda de assunto: _Preciso ir a Lastidar, ou pelo menos na cachoeira banha-me, Preciso agradecer a deusa Anuke, você me permite? _Irei com você querida, não quero arriscar te perder! _Tudo bem, eu vou arrumar … _ Falarei Com minha mãe, ela ficará responsável pelo reino. _Obrigado senhor meu rei! _Eu sou seu marido! Não esqueça disso, eu amo você… A mulher baixa cabeça, iria a fonte, mergulharia e encontraria um jeito de viver seu amor. Como a cachoeira, era fronteira centro-norte, Eles foram a cavalo, chegando lá, o lugar estava belíssimo, as águas do rio, cristalino, as gazelas felizes, o local sagrado, era veementemente deserto, pois, poucas pessoas eram consideradas dignas de entrarem no rio, ou banhar-se na cachoeira. Ao chegar no local, os olhos de Isabel encheu-se de lágrimas, ela tirou as roupas, e mergulhou fundo no rio, as águas pareciam que renovaram suas forças. Com braçadas precisas, ela chega na cachoeira, na visão de Weovi, literalmente aquela mulher era uma deusa, estava contemplando sua esposa, seus cabelos compridos e pretos,nua, as águas agitadas da cachoeira, pareciam cantar para ela. Logo sai E alimenta as gazelas, jogando pétalas de rosas no rio, se veste, e retorna a cavalo para seu reino. Na masmorra Juliana chora, como aquele homem era o amor da vida dela, tinha ódio de si mesma, mesmo que a rainha pudesse deixá-la, ela seria a última pessoa que ele colocaria a coroa de Sore. Em Lastidar, a rainha Aydee, diz está aliviada que a filha estava bem, e que esperava, cada dia sua recuperação mais e mais. No Sul, ou melhor dizendo na fronteira, centro-sul, o casal de Reis, Dacchan e Larrana, discutem novamente, o relacionamento entre eles está cada vez mais abalada, o certo seria o fim, mas o peso real da coroa não permitia, assim, dia e noite, noite dia, o casal não se falavam, não dormiam juntos, o ranço parecia mútuo, na frente dos nobres, e dos familiares, falavam-se com educação e respeito, até que num determinado dia, a mãe de Dacchan o visitava, logo o casal expressou simpatia. _Filho, seu irmão e Judith estão grávidos, o reino do Sul, em breve terá um herdeiro. Esperei de vocês, mas já se vai quase 1 ano, e nada… _Mamãe, cada casal tem seu ritmo. _Tentamos, sempre sogra, mas Anuke ou Osiris, não nos abençoa. Falou a rainha do centro-sul. _Eu sei meus queridos, mas, aguardemos… Depois de se despedir do casal, mas uma discussão iniciou-se: _ Por sua causa, sua mãe nos chamou de fracos! _Não chamou! Já tentamos, você não conseguiu… _Querido marido, em 1 ano, quantas vezes nos deitamos, perdi, até as contas, de tão poucas vezes que isso aconteceu, precisamos de um herdeiro… _Não vai rolar, querida! Eu vou abdicar a favor de Marlus… _Está maluco? _Não querida, o casamento da gente é uma farsa! Não há amor, você não é amada pelo povo, nem o seu próprio povo, o que você quer governar? _Você está afirmando, que eu não sou amada? _Obviamente. _Dacchan, sei da sua paixonite, por Isabel, desta vez passou, ela não morreu… O homem levanta-se e a pega pelos ombros gritando: _Do que você está falando sua maluca?! _Que se você abdicar, como já sou odiada, a queridinha pode não escapar, solte-me, antes que chegue ordens minha lá em Sore e a sua amadinha, vire cinza. E mais, quero um filho, um herdeiro, antes da próxima primavera quero noticiar, que teremos uma criança, se você não se esforçar, pode ser fatal! Ele sabia que o acidente que tirou a vida dos cocheiros, sua odiada esposa tinha a ver, só não podia provar. _Não me teste Larrana, e respeite a senhora de Sore, enfim, minha pretensão em abdicar depende exclusivamente de você! _Creio que devemos entrar no acordo… Em Sore, Isabel está em seu quarto, com roupas de dormir, Weovi entra, Juliana, mandou-lhe, a receita pra evitar gravidez, assim, depois de amar sua esposa, o homem dorme, a jovem levanta-se e toma o chá, retornando a cama, logo seu marido a envolve em seus braços. Judith estava a caminho de Sore, chegaria pela manhã, estava muito feliz junto ao seu marido, estava exausta, mas como agradeceram no templo de Maccarey, teriam que agradecer no templo de Horus. Na manhã seguinte, Isabel acorda e já não encontra Weovi no quarto, depois de banhada, ela vai até a masmorra, conversar com Juliana. _Minha querida como estás? Perguntou a rainha. _Preciso, sair daqui, estou com fome minha rainha. _Eu tentei Juliana, pedi pra anular meu casamento, para assumir seu filho caso se confirme A gravidez. Mas, ele não quis, como sempre jogou na minha cara, que ele mandava, então querida, faça como eu e aceite teu destino, case-se com o cavalheiro Jorge, tenha um nome. _Vou aceitar minha rainha. _Vou falar com o Weovi, para te tirar daqui. Dizendo isso, a mulher saiu para o salão real, e lá encontrou uma nuvem De felicidade, então o que ela ouviu, fez seu coração explodir De alegria. _Venha minha amada rainha, vamos comemorar a chegada do nosso sobrinho ou sobrinha, Judith e Marlus nos presenteou. Ela logo está abraçando o casal, comemorando com a família. Cora logo chega afirmando que o templo está pronto, logo todos vão rezar e agradecer pelo Dom da procriação. Após, as comemorações, Judith e Marlus, vão descansar. Cora, sai para visitar as viúvas de Sore. No salão, fica apenas o casal real, Isabel toma iniciativa da conversa:_Tomei a liberdade de ir conversar com Juliana… _Isabel! _Desculpe meu rei, mas ela cuidou de mim, e se houve alguém errado, já sabemos quem foi. Não quero discutir, quero apenas dizer, que ela aceita se casar com Sir Jorge. _Ótimo. O sacerdote logo chega, dizendo que Juliana não está grávida, assim o rei, fica aliviado, não terá um bastardo. Isabel, fica feliz, porque será menos um sofrimento para a sua camareira. Então, Sir Paulo, recebeu terreno e títulos. Logo o casamento aconteceria
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