Capítulo 54: Isabel e Dacchan se amam...

1043 Words
Isabel para e escuta pacientemente toda história contada por Dacchan, das tramoias feitas por seu irmão, que o principal objetivo dele era proteger o reino do Sul e a família Maccarey , não voltava o irmão pelo pânico que tinha do marido dela. Ela compreende que realmente, Weovi era muito amedrontador e que cumpre suas ameaças, então ela lhe diz:_ Você não entende, ele é um assassino, como ele mesmo costuma comentar, ele não pede, ele conquista, ele acha que há amor entre nós, mas não existe, sou fruto de um desejo apenas isso. Ele não me deixa ir, simplesmente sou apenas um objeto. _Eu te amo, renuncio qualquer título para ficar com você, ele é um péssimo homem, eu sei que te maltrata, te engana... _Ele tá melhor agora.. _Você deixou de me amar? Por uma calúnia? _Jamais deixaria de te amar, de te querer, mas há muitas coisas em risco! _Se arrisca comigo deixa eu te amar... Dizendo isso, ele a agarra e a beija, a paixão explode entre os dois, ressentimentos e mágoas foram deixados pra trás, o que importava era o sentimento incorruptível que os unia. Palavras não são mais necessárias, diante da paixão que explodia entre eles, pernas e braços, afagos, o momento é deles, e pouco importa se o mundo acabasse naquele momento, o que importava era simplesmente amar e ser amado. Depois de saciados, eles se olham e compreendem que é nos braços um do outro que deveria estar. A noite, as tropas começam a se organizar para sua partida, Isabel como rainha de Sore, coloca nos Reis do norte, sul e oeste, medalhões rezados pelos sacerdotes dos deuses representantados ali, Hórus de Sore, Osiris do Sul, Isis do Oeste. Logo todos vão ao templo de Horus, rezar pela vida de seus maridos e filhos. As tropas do centro, isto é Lastidar ficou para proteger de norte a Sul as fronteiras contra desertores das tropas que trucidaram os moradores do Oeste. Em seu quarto Isabel, sabia que manter as mulheres, confeccionando as armas e provisões para os que estavam na guerra, e ter bom ânimo para tá era um desafio constante. Tempos de guerra, exigia da rainha total dedicação, ela estava sozinha com os sacerdotes, já organizando as provisões médicas e ervas medicinais para os feridos. Enquanto Lorena era escoltada para o Sul, com admiração descobriu que ela e sua rival, eram melhores amigas, então a rainha do norte estava ciente, que em breve, as coisas mudariam entre elas. Os Reis do centro estavam preocupados com sua filha lutando ao norte, com um povo que não era seu, e se o inimigo furasse a barreira de soldados e fizesse algum tipo de barbárie com ela não se perdoariam. Chegando ao Sul, Lorena encontra uma Larrana triste. Sabia por meio dos sacerdotes que era infértil e jamais daria um filho ao marido, analisando Dacchan, ele foi frio com a descoberta que ela perdeu um bebê, que nunca houve, ficou totalmente indiferente, pra ele até parecia um alívio. No entanto, a princesa pediu para que os sacerdotes não comentassem sua infertilidade para o marido, ela mesmo os convenceu de que falaria a ele no pós guerra. Lorena, entra já abrindo as janelas, as amigas se abraçam forte, uma conta pra outra os infortúnios que lhe alcançaram durante o período que deixaram de frequentar os mesmos bailes. _E então o que achou de Isabel? _Sinceramente uma boa pessoa! _Me poupe Lorena desde quando aquela sonsa se enquadra a nossos padrões? _Ela é uma boa pessoa, Larrana, nunca lhe disse que como rainha do norte, era o suficiente. _Né, isso, parece que as pessoas ficam presas numa bolha quando a encontram! _Falcão de Sore foi meu ontem? _Você conseguiu seduzir o rei? _Sim, e o próximo passo é destrona-la como rainha, fazendo-a ser exilada no campo e longe da corte! _Eu sabia que você jamais iria me decepcionar, agora vem conhecer Marlus e a sua futura cunhada Judith. Ao entrar no quarto do casal está Cora, Judith que estava com 5 meses de grávida, estava deitada , logo as quatro estão numa conversa bastante agradável, muito diferente do irmão Marlus está caçando com um pequeno grupo de nobres, mas que até a hora do jantar estaria de volta, Lorena conhecia Dacchan, mas pelas fotos, via-se nitidamente a diferença entre eles, o primeiro era parecido com a mãe, ostentando seus belos olhos azuis, o segundo de olhos claros porém parecido com seu finado pai, ambos tinham beleza diferentes, mas nenhum deles chegavam a beleza de Falcão de Sore, esse fazia jus de ser excelente amante, além de possuir aquele olhar que deixava as mulheres molhadas de desejo. Sim, ela ainda sentia sua virilidade. Marlus, por sua vez tinha um segredo que corrompia seu coração, um desejo ardente por sua cunhada, e agora que ele e o irmão estavam brigados, talvez, ela lhe desse uma chance de algo, logo pensa na esposa e tira tal pensamento da cabeça, focado na caça... Os homens que partiram pra guerra ainda estavam longe do norte, provavelmente, só estariam na madrugada daquele dia, esperavam que a ofensiva não durasse muito tempo, cada um, pensando em alguém que deixou, Weovi se dividia, entre a esposa e a nova amante, ela era uma princesa, de terras que ele ambicionava, podia ter mil mulheres, Isabel era única pra ele e até o momento insubstituível, ela só sairia de seu lado morta! Ela era sua e apesar de ambicionar as terras do oeste, ela era que queria, ela que os braços lhe acalmava a alma. Então, assim seguia para guerra, ela era sua e isso era o bastante... Já Dacchan, iria divorcia-se de Larrana, tentou e muito, mas não obteve amor, não tinha amor, só físico, e ainda desconfiava de sua fidelidade, pois, sempre havia algo, que parecia escondido aos seus olhos! A noite Marlus se apresenta a princesa do Oeste, amiga de Larrana, como Judith, não podia sair do quarto, ele fez companhias as duas mulheres a mesa. Encantada, Lorena o olha de maneira a deixar o tímido Marlus, assustado, pra sua sorte, a rainha mãe estava a mesa observando todas as situações, logo após a refeição ela retira-se para o templo de Osiris, pedir pelos homens na guerra!
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