Deitada em sua cama, triste estava Isabel , o Corpo dela havia curado, mas sua alma estava abatida, a rainha Cora vai até ela conversar.
_Minha querida, está sabendo que neste sábado, iremos dá um baile, para encontrarmos um noivo pra Judith, sua cunhada.
_Weovi, nada me falou.
_Entendo, levante-se o dia está lindo, e essa tristeza não combina com esse rosto bonito.
_Tenho medo de sair, porque se alguém me admirar ou contar alguma história o ciúme de meu marido, acabar comigo! Tenho medo de dizer que sinto falta de viver a vida que eu tinha.
_Entendo você, ele nunca se apaixonou, e tem medo de te perder.
_Como pode me perder se fui cedida pela intimidação dada ao meu povo…
_Mas, você é uma rainha, cuide em ser atuante no meio do seu povo.
Assim a rainha Cora , chama Juliana e pede pra ela arrumar a jovem ela iria tocar harpa pra agradar seu marido. Dizendo isso saiu.
Chegando no salão do trono, o rei acabava de despachar , quando sua mãe informou que antes do jantar, gostaria de ver sua nora tocar.
O homem reage, de cara torcida, não gostava dos olhares, que as pessoas davam em sua rainha, a considerava uma propriedade, ainda assim, pra não discutir com sua mãe, permitiu, mandou avisar aos nobres que o contato visual ou verbal Com sua rainha era proibido.
Todos no reino sabia do geniosidade do rei, e de como ele acabava com seus inimigos. Assim a pedido da sua sogra, Isabel toca, sua harpa, todos se encantam, as mulheres viam lhe agradecer, os homens mantinham-se a distância, a rainha estava com um longo vestido preto, com seus lindos cabelos soltos, e sua coroa cravejada de todas as pedras preciosas do lugar, seu perfume era muito agradável, sentada ao lado do marido, o homem observa a reação de cada nobre e até aquele que ele enviou a Lastidar, logo pergunta se entregou os convites pra o baile real, a todos os reinados, mesmo calada e de cabeça baixa, ela sabia que seu amor, talvez viria, acompanhando algum lorde ou até mesmo seu irmão, não deixa suas emoções transparecer, assim termina o jantar a convite de Judith, vai ao jardim passear, a jovem pede ora ela sorrir, seu irmão era bom, as vezes era duro, mas era o melhor protetor que ela poderia ter.
Quando entrou em seus aposentos, ele já estava e foi logo questionando: _Por que demorou tanto.
_Me perdoe, dono meu, sua irmã pediu-me pra conversar no jardim, não quis ser indelicada!
_Eu lhe quero minha rainha.
Ela ficou de frente a ele, que a beijou com paixão, como não podia dizer não, deixou que ele a possuísse. Depois de satisfeito, gruda o corpo ao dela e assim adormece, a jovem chora…