Capítulo 13: A tolerância de Isabel

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A mulher deita-se ao lado de seu rei, ele acorda gemendo com muitas dores. _Meu rei querido, não se mexa, o médico falou-me de seus ferimentos, um corte no abdômen e outro na face. _Minha rainha você voltou? Que alegria eu sinto, graças a Hórus, que tudo ver, no campo de batalha não fui derrotado. Estava com medo de morrer e não ver teu rosto bonito. Logo ela o abraça, e lhe pede perdão, sem entender ele pergunta o motivo . _Por não está aqui pra cuidar de você! _Sua madrinha melhorou? _Sim, prometeu-me que quando estivesse mais forte, passaria uns dias aqui com a gente. Logo o sacerdote Amon entra, com incensos de purificação, as ervas deixam uma essência deliciosa no lugar. Ao sair, Juliana, entra trazendo o jantar, fica espantada ao ver que sua rainha voltou. _Olá, Juliana, minha sogra contou-me, que dormisse aqui! Qual foi o motivo, se teu rei estava ferido? Pergunta _Me açoite se quiser, dormi com o vosso marido que de febre delirava. Ele chamava vossa senhoria, então para o confortar tomei a ousadia que com ele me deitar. _Não irei fazer nada, o que posso fazer a não ser te agradecer por cuidar dele. Aquela cicatriz na bochecha esquerda parecia um pequeno raio não estragava sua beleza! O rei acordou, e com todo o carinho, mesmo sem ama-lo, ela não o deixou sozinho. Três dias do ocorrido, o homem estava melhor, agradecia a sua esposa e a todos pelo cuidado, sem dúvida aquela cicatriz iria marcar todo o seu legado. Um baile foi marcado para comemorar, a vitória do rei, e de seu povo.
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