Granada narrando Granada:—O papo é só um, irmão: o que o povo ia falar? Isso não te diminui em nada. Ela sabe bem o que plantou. Tu nunca ligou pra pagar paü de falador, vai ligar agora por quê? Era pra ter rodado aquele dia lá no hospital — digo, lembrando do que a Elisa pediu: não misturar as coisas do morro, os B.O. ou os problemas das mulheres com o lugar onde ela trabalha. Exigência? Pode até ser. Mas fazer um agrado pra gata não custa nada, né? Bomba:—Falou certinho, irmão. Gostei da atitude da Déia, pô. Apesar de a mina nunca ter feito nada tão grave, ela só é putona, com o perdão da palavra — ele diz, por respeito ao Farelo, que apenas balança a cabeça. WN :— O problema dela é só achar que é uma das donas disso aqui. Mas, se brincar, foi nós mesmos, pô, que proporcionamos isso a

