Elisa Narrando narrando Elisa:— O que tá acontecendo aqui mesmo? — Saí da minha sala, fui até o balcão da enfermagem para verificar se havia algum paciente para mim. Foi quando ouvi a voz do Menor e segui direto para a recepção. Sara: —Desculpa, Dona Elisa. Luiz, dá pra você ir embora? Depois a gente conversa. — Ela falava, mas meu olhar foi direto para o braço dele. Havia sangue escorrendo de um dos ferimentos. Elisa: —Eu não acredito! Você quebrou o resguardo, cara! — Ele me olhou com desdém. Menor:— Tá me tirando, patroinha? Que porrä de resguardo? Eu nem parei, pô. Não sou homem pra ficar deitado de repouso, não. — Balancei a cabeça, negando, e fiz sinal para ele me seguir até o corredor da enfermaria. Elisa: —Você vem comigo agora? — Ele balançou o dedo, indicando que não. Sara:

