Dk Narrando O dia foi produtivo nessa p***a de brinde, levei um balaço no braço, com agonia para tirar o Patolino de lá e sair sem nenhum prejuízo, e vivo. Nem senti que me acertaram, mas a vontade de acertar eles era bem maior do que a de parar para olhar em volta. Perdemos um dos homens. O Peste já tinha dado umas fora com o Comando, não sei se o filho da p**a estava tentando se redimir, mas pelo menos uma boa ação o cara fez. Dk: – Foi nada não, patroa, esses 2 metros aqui são de tudo na queda, vai ser um tiro de raspão que vai me derrubar. Ela fica ainda menor que eu, comigo sentada, balança a cabeça limpando o meu braço. Elisa: – O tiro de raspão pode não matar, mas o sangramento sim. Não adianta ter dois metros e não ter uma gota de sangue no corpo. Me dá um tapão na cara com as

