Elisa Narrando Hoje foi um dia um pouquinho complicado. O doutor ia fazer uma cirurgia de emergência e queria minha presença na sala de cirurgia. As meninas mais antigas, que sempre trabalharam com ele, ficaram de cara feia, mas eu não podia fazer nada. Ele era o cirurgião, e ele decidia a equipe com quem queria trabalhar. Aceitei na hora, porque estudei para isso. Amo o que faço, apesar de que hoje o dia começou meio dublado, como se algo fosse acontecer. Mas, com a cabeça no lugar, tomei meu café, coloquei meu jaleco e parti para a guerra. Saí do centro cirúrgico ligando meu telefone, que começou a receber uma mensagem atrás da outra. Era ele me passando o relatório de tudo que tinha acontecido: desde o momento em que tia Liz saiu do morro até o que aconteceu com ela. Ele também desaba

