Granada Narrando Não dava para pensar muito. O dia ainda era claro e não estávamos com cara de quem estava escondendo alguma coisa. Apesar de ser um local distante, longe da civilização, tinha alguns condomínios mais vazios na redondeza de onde tinham levado o Patolino. Confiando e desconfiando do Peste, eu estava pronto para entrar a qualquer momento. Granada – DK gosta muito de agir na estratégia. Eu não vou mentir, também gosto, mas só de ver o cara todo estourado na imagem, bateu a porrä de uma agonia. – Só foi preciso ouvir os dois primeiros tiros. Nem pensei. Fui para cima, e geral colou atrás de mim. Fomos entrando e sentando o aço. Tinha um dos botas que sempre foi doido para me pegar, mas ele nunca conseguiu me ligar ao tráfico. Sempre trabalhei no sigilo. Então, para ele, era

