Granada Narrando Ela começou a ficar saidinha, e eu estou me amarrando em vê-la assim. Ela dança e sorri de um jeito diferente, como se sorrisse com a alma. Não sei o que está rolando por aqui, mas o que eu sei é que quero ela sempre por perto, com essa alegria que contagia geral. Os caras dão aquela dispersada, e eu fico por perto, morrendo de medo de sair de perto dela e algum Zé ruela tentar uma gracinha. Aí eu não ia me perdoar. Granada:—Daqui a pouco vou precisar entrar para ter aquela conversa com o Derick, e tu fica de olho. Tu tá entendendo, Farelo? Se eu piscar e acontecer alguma coisa com essa mina, se considere um cara morto.—Ele levanta as mãos para o alto. Me aproximo dela, e a mina manja dos paranauê. Ela para de dançar com o copo na mão, toda empinada. Na verdade, ela nem

