Aaron Black Antes de ir para o escritório, disse para Sarah que, se precisasse de algo, podia me procurar. Era uma frase simples, sem peso aparente, mas, por dentro, senti um desconforto inesperado. Voltei ao meu escritório e mergulhei nos papéis que se acumulavam sobre a mesa, tentando me concentrar. A ideia era organizar as prioridades do dia, porém, quando ergui os olhos e olhei para fora da janela que dava para o jardim, o meu foco mudou. Lá estava Sarah, deitada na grama, com os olhos voltados para o céu. A cena tinha algo de cativante. A maneira como ela parecia tão serena, tão perdida em seus pensamentos, me pegou desprevenido. Eu, Aaron Black, que sempre fui dono das minhas emoções, me encontrava cada vez mais envolvido por essa mulher. Havia algo em Sarah que mexia comigo de uma

