Na noite seguinte, já passa da meia-noite quando chego em casa. Uma risada acaba de soar em torno do apartamento, e, me arrastando para dentro com o peso de uma exaustiva reunião sobre as minhas costas, repenso se realmente foi uma boa ideia deixar que Marjorie tivesse a cópia da minha chave. O meu dia foi produtivo, mas eu quase não conseguia pensar em muita coisa enquanto me enchia de paranoias relacionadas ao ocorrido da manhã anterior. Convencer a minha mãe de que o meu noivo não se chamava Samuel foi o papel mais ridículo que já interpretei. Deixar que Oliver a tratasse com i********e e fingisse saber sobre cada maldito detalhe sobre a minha família, foi ainda pior. Eu não conseguia olhar para ele enquanto seguia para a clínica e o deixava lá, aos cuidados de Marjorie. Muito menos c

