— Algo me diz que há duas pessoinhas com muita fome, Betty... — cantarola Gabby ao surgir pela porta com dois pacotinhos dorminhocos em seus braços. Gabby invade o escritório do meu apartamento sem se preocupar com as caixas de papelão que guardam a minha futura mudança, e que se enfileiram nos quatro cantos das paredes, sorrindo abertamente mesmo com o incômodo choro de duas crianças ao mesmo tempo. Eles estão enrolados em embrulhos da mesma cor, porque eu não queria definir prematuramente a cor que meus filhos deveriam usar — como azul para Adam e rosa para Eylem; ambos estão de vermelho. Eu pergunto à Gabby sobre o paradeiro de Oliver, no que ela gesticula com os ombros, dando a volta na mesa para que eu possa carregar os bebês. Ela fala que meu marido pode estar no banho, ou no quart

