Falcao narrando - continuação — Fala, Luma. — joguei o corpo no sofá, fingindo desinteresse. — Descobriu a nova data do assalto? Como vai ser? Ela veio na minha direção, sentou-se ao meu lado, e começou a deslizar os dedos pelo meu pescoço. Senti sua respiração pesar. Ela viu as marcas. As marcas que a Jade deixou. O tom de voz dela mudou. — Essa sua mulherzinha acha que te marcando desse jeito você não vai pegar outras? Senti a mão dela deslizar pela minha coxa até chegar no meu p*u. Apertou. Filha da p**a. Levantei na hora, os punhos cerrados, o maxilar travado. — Luma, eu não tô aqui pra falar da minha mulher. — forcei minha voz a sair calma. — Tô aqui pra falar da nossa missão. Ela bufou irritada, revirando os olhos. — Vamos lá no pagode? — A voz dela era pura frustração.

