Peixao narrando A noite estava só começando, e eu queria que fosse inesquecível. Assim que chegamos ao hotel, eu estacionei o carro e saí rapidamente para abrir a porta para ela. Minha mão encontrou a dela, e quando Ângela desceu do carro, seus olhos brilhavam, cheios de expectativa e um leve receio que ela tentava disfarçar. — Tá tudo bem? — perguntei, segurando sua mão com firmeza, querendo passar segurança. Ela respirou fundo, soltando um pequeno sorriso. — Tá sim. Não precisava de mais nada. Segurei sua cintura e guiei-a para dentro do hotel. O saguão era luxuoso, mas discreto. Eu já conhecia aquele lugar, e não queria nada que chamasse atenção demais. Apenas o melhor para ela. Fui direto até a recepção, minha mão ainda firme na sua cintura. — Boa noite, senhor. Como posso a

