c***l narrando A brisa do baseado me ajudou a manter a mente no lugar. Ali, na laje, sentindo o vento bater no rosto, eu refletia sobre tudo. Não sou nenhum moleque. Não sou nenhum novinho afobado que se joga de cabeça sem pensar. Sei muito bem o risco dessa missão. Mas também sei da necessidade. Puxei um último trago, fechei os olhos por um instante, e apaguei o resto do cigarro na mureta. A brisa ajudou, mas não me impediu de sentir o peso da conversa que eu teria logo em seguida. Desci devagar, e assim que entrei no quarto, vi Valéria deitada, de costas pra mim. O choro dela era baixo, quase inaudível, mas eu conheço cada suspiro dela, cada movimento. Sabia que ela tava m*l. Deitei atrás dela, puxei seu corpo pequeno contra o meu e passei a mão devagar pelo seu braço, num carinho

