Capítulo 61
Ele fez algumas perguntas sobre ela, porque a viu chorando. Ela disse que estava muito preocupada com a situação da Bibi, comentou que o bebê não tinha muita coisa ainda. Eles estavam deitados, ela com a cabeça nos pés da cama e ele com a cabeça na cabeceira. Ele estava massageando os pés dela e falou que podia ajudar, que não tinha muito, mas que queria ajudar ela financeiramente. Ela respondeu sem jeito:
— Não precisa, imagina… não era a minha intenção passar isso pra você. Eu nem devia tá te falando essas coisas, a gente acabou de se conhecer.
Ele subiu em cima dela, falou beijando o pescoço, puxando o shorts de pijama pra baixo com a calcinha junto:
— Eu já passei por muita coisa nessa vida, Kaori. Meus pais são separados, eu trabalho desde moleque. Eu entendi que você só queria desabafar e eu tô aqui pra te ouvir, mas também tô aqui pra você, e não é só na cama de curtição. Se eu puder te ajudar de qualquer forma, eu vou.
Ela se sentiu envergonhada pela situação, dele oferecendo ajuda financeira. Ele foi tirando a roupa dele, beijando ela. Ela ficou séria e disse que não precisava. Ele respondeu, sentando na cama:
— Não falei por m*l. Sei que é recente, mas só queria te dizer que você pode contar comigo. Quero uma massagem! Tô muito tenso, uma dor nas costas.
Ela se sentou e falou, após dar um beijão:
— Deita, eu faço.
Ele se deitou de bruços, só de cueca. Ela começou a dar beijinhos nas costas dele, passando as unhas devagar, bem sutilmente. Ele disse, todo arrepiado, que aquilo não era massagem e que estava ficando difícil continuar deitado naquela posição. Ela respondeu, enfiando a mão embaixo dele:
— Ah, é? Por quê?
Ele respondeu, se virando de barriga pra cima, que ela estava provocando muito. Ela já estava nua, continuou com os beijos, uma mão boba aquecendo as preliminares. Ele ficou deitado um pouco curtindo e logo a jogou na cama, indo por cima, dominando. Ela disse que não queria daquele jeito. Ele pegou a camisinha, perguntou como ela queria começar. Ela respondeu:
— Deita!
Ele tentou fazer o que ela pediu, mas ficou segurando ela pela cintura, puxando ela, controlando os movimentos. Ele era grande, forte, e ela bem pequena perto dele. Se ela ia beijar, rebolar devagar, ele ficava se mexendo, controlando tudo. Ela se incomodou e falou, saindo de cima:
— Vamos trocar?!
Ele foi por cima, já estava querendo fazer tudo do jeito dele mesmo. Não estava r**m, mas ele não parava, todo afobado, safado, não aquietava em uma posição só, sempre mordendo, chupando. Ela ficava só no quase, chegando lá. Quando ela já estava cansando de tanta penetração repetitiva, ele gozou a primeira vez. Se beijaram um pouco. Ele perguntou se ela tinha “ido”. Ela respondeu, levantando:
— Não… às vezes não rola mesmo. Quer água?
Ele disse que sim. Ela saiu enrolada na toalha, tomou banho, voltou com um copo d’água. Ele estava deitado pelado, bebeu a água e perguntou se ela queria mais. Ela respondeu, mexendo no celular de costas pra ele:
— Tô com sono… você vai ficar pra dormir ou vai embora?
Ele levantou, abraçou ela por trás, disse que podia ficar se ela quisesse. Ela respondeu:
— Não vai te atrapalhar pra amanhã? Você vai ter que sair na friagem cedo e levantar bem mais cedo pra ir na sua casa.
Ele concordou, tentou fazer mais alguma coisa. Com jeitinho, ela negou e foi colocando o pijama. Se despediram com um beijo gostoso no portão. Ele disse que estava falando sério sobre o que falou. Ela agradeceu, disse que ia dar tudo certo, que só queria mesmo a companhia dele e os beijos.
No dia seguinte cedo, a Bibi levantou pra tomar café da manhã. Perguntou se a noite tinha sido boa, porque ela não ouviu nada. A Kaori respondeu:
— Foi normal. Ele foi embora cedo ontem.
A Bibi falou rindo:
— Normal? Que chato! Eu queria tanto poder t*****r uma noite toda. Aqui, ó, a recompensa me chutando já cedo… isso é o que dá não saber brincar.
A Kaori contou como estava sendo o sexo deles, disse que não tinha tido um orgasmo ainda nenhuma vez com o William. A Bibi, super experiente, deu algumas dicas e falou que talvez ele fosse inexperiente, que era pra ela falar o que queria, o que gostava. Ela disse que tinha vergonha, que talvez o problema estivesse nela, já que ficou muitos meses sem t*****r depois do aborto. Elas combinaram de conversar melhor à noite.
A Kaori foi trabalhar, sentou com o William como de costume. Ele falou que queria faltar da academia à noite, mas que não podia. Ela respondeu:
— Você pode ir à academia e depois ir pra casa.
Ele falou que não queria incomodar, ficar enchendo o saco dela. Combinaram dele ir no sábado então.
À noite, a Bibi foi mais específica nas dicas. Chegaram à conclusão que o tamanho era o problema. Ele era muito bem dotado e não era chegado em sexo oral. As preliminares eram rápidas demais também.
No sábado, a Kaori foi chamada para trabalhar o dia todo. Ela não podia negar por ser novata. Quando chegou em casa, a Bibi não estava lá. A Kaori só tinha acesso à internet chegando em casa, porque estava sem créditos. Mandou mensagem perguntando onde a Bibi tinha ido, ficou muito preocupada. Ela foi na casa de uma amiga e deixou um bilhete na cozinha, mas como a Kaori já chegou procurando ela no quarto, não viu.
A casa estava um pouco suja. A Kaori começou a faxinar, irritada com a Bibi, porque ela tinha saído. Limpou tudo, depois tomou banho e ficou esperando o William na sala, deitada no sofá.
Ele chegou antes das 20:00, estava arrumado, muito bonito, tinha cortado o cabelo até. Sentou com ela, deu um beijo, perguntou se estava tudo bem. Ela respondeu:
— Tô cansada… acabei de limpar a casa toda. Você acredita que quase todo mundo saiu na hora do almoço e eu tive que ficar até o final do dia?!
Ele disse que não ia quase nunca fazer hora extra de fim de semana. Perguntou se ela queria sair, dar uma volta. Ela disse que preferia ficar em casa. Ele perguntou se ela queria massagem nos pés. Ela respondeu, sem graça:
— Eu sou um porre, né, Will? Você veio todo gato, pronto pra sair… chega aqui, me encontra desse jeito, m*l vestida, a cara da derrota e sem ânimo pra nada. Desculpa!
Ele sorriu e respondeu, puxando as pernas dela pro colo dele:
— Não ligo pra isso. Pra mim tá bom ficar aqui ou sair. Você deve tá cansada, eu entendo.
Ela deitou, ficou assistindo enquanto ele massageava os pés dela. A Bibi ligou pra avisar que ia chegar tarde, disse que estava tudo bem, que ela estava quietinha, se comportando. A Kaori disse que estava com o William. A Bibi falou besteira sobre sexo, dizendo pra eles aproveitarem a casa livre. A Kaori deu risada e desligou rápido, com medo dele ter ouvido.
Ele estava entretido na televisão, rindo, e ela admirando o sorriso dele. Ele pegou ela olhando e falou:
— O que foi? Tá pensando no quê?
Ela respondeu, sentando mais perto pra beijá-lo:
— Nada… não posso te olhar?
Ele disse que não muito. Perguntou o que iam comer. Ela respondeu:
— Não sei… tá afim de cozinhar? Não quero bagunça na minha cozinha!
Ele disse que estava afim de muitas coisas. Só o sorrisinho malicioso já mostrava as más intenções dele. Ela respondeu, beijando o pescoço dele:
— A Bibi vai chegar tarde hoje… a casa toda é só nossa!
Ele perguntou o que ela queria fazer pra aproveitar. Ela tirou a camiseta dele. Começaram a se beijar no sofá. Ele se ajoelhou no chão, foi abrindo as pernas dela, acariciando, beijando tudo. Levantou o vestido, puxou a calcinha pro lado, começou a chupar, deixando ela excitada. Ele não era tão bom naquilo. Ela achou que ia chegar ao orgasmo fácil por estar daquele jeito. Pediu pra parar, foi tirando a roupa dos dois no maior fogo.
Ele sentou no sofá, ela foi por cima. Ele fez o mesmo de sempre, tomando conta da situação. Ela falou sem jeito:
— Deixa eu ir no meu tempo… depois a gente troca.
Ele respondeu sem jeito:
— Tá bom, desculpa. Tô te machucando? Tá r**m? Como você quer fazer?
Ela respondeu:
— Não… só me beija mais e vai com calma.
Ele fez o que ela pediu. Ficou um pouco mais quieto, deixando ela controlar os movimentos. Logo ela falou que estava quase lá e chegaram juntos ao orgasmo, beijando muito, olho no olho. Ela gemeu alto, ficou ofegante, com o rosto corado. Ele falou surpreso:
— Você foi?!
Ela respondeu sorrindo:
— Aham… vamos tomar banho juntos?
Ele aceitou. Ficaram se pegando no chuveiro. Ele queria t*****r lá, mas ela não aceitou sem camisinha. Ela fez sexo oral pra ele.
Depois do banho, decidiram sair pra comer no bairro mesmo. Ela vestiu uma saia curta preta, blusinha de alça chumbo e tênis. Ele estava falando que queria beber uma cerveja bem gelada, porque era o único dia que podia. Foram andando, conversando, de mãos dadas.