Capítulo 127

770 Words
Capítulo 85 Ela foi tomar banho, depois passou desfilando na frente dele, foi para o quarto enrolada na toalha. Ele ficou olhando, sorrindo, cheio de maldade. Ela pediu pra ele não ir lá xeretar. Ele saiu, foi no mercado comprar algumas coisas para os dois. Quando ela ficou pronta, foi chamar ele vestida com uma lingerie branca de renda, uma camisola super sexy. Ele estava arrumando a mesa, preparando alguns petiscos, uvas, morangos com chocolate. Ela encostou na mesa e perguntou quem ia surpreender quem ali. Ele disse que podia ser algo recíproco, falou que ela estava muito linda. Ela se sentou na mesa e falou de forma provocativa, abrindo as pernas: — Will, lembra daquela conversa que tivemos na semana passada? Por mensagem, sobre o que você tinha vontade de fazer? Ele continuou com o que estava fazendo, olhou pra ela e sorriu, falando que não se lembrava muito bem, que tinha falado muitas coisas. Ela começou a se masturbar, falou que queria um morango. Ele ficou louco quando viu, se aproximou e deu o morango na boca dela. Ela pediu um beijo e já avisou que não queria atrapalhar com os preparativos, que era pra ele continuar com o que estava fazendo. Ele deu um beijão de tirar o fôlego e tentou tocá-la. Ela falou, rindo, jogando o cabelo para o lado: — Não pode me tocar, gatinho, só pode olhar. É difícil manter as mãos longe de mim? Ele tinha falado que tinha alguns fetiches com m*********o, jogos eróticos. Ela logo se levantou, tirou a calcinha bem na frente dele, olhando nos olhos, provocando. Pegou mais um morango, deu a calcinha nas mãos dele, falou que ia continuar no quarto. Ele foi logo atrás, levou a bebida. Ela já tinha deixado uma playlist especial tocando. Se deitou e continuou o que estava fazendo, se tocando. Ele m*l piscava, olhando aquilo tudo, encantado. Se sentou aos pés da cama e começou a fazer o mesmo, se tocar. Nas conversas, eles tinham falado sobre chegar ao orgasmo juntos sem tocar um no outro. Depois de algum tempo, os dois chegaram. Rindo, se beijaram. Ela perguntou se ele queria um agrado. Ele disse que não, todo animado, foi tirando a camisola, começou a chupar os s***s enquanto a tocava, fazendo ela pedir mais. Ele provocou bastante, se esfregando, ameaçando penetrar várias vezes e então falou que só tinha uma camisinha. Ela respondeu, surpresa: — Sério? Eu nem trouxe, esqueci. Uma não vai ser o suficiente hoje! Eu tô cheia de vontade de você. E agora? Ele disse que podiam se arriscar um pouco e que era só terminar fora. Ela disse que não ia tomar a pílula do dia seguinte porque tinha muito medo, já que tomar podia gerar uma gravidez ectópica. Ele não insistiu, perguntou se ela tinha certeza, já que nunca tinham transado sem camisinha. Ela estava tomando anticoncepcional há pouco tempo, mas ainda não estava segura, como diz a recomendação médica. Ainda assim, aceitou. Disse que queria ser dele de uma maneira especial, para nunca se esquecerem daquela data. Ele disse que nunca se esqueceria dos bons momentos deles juntos e que ela era a melhor namorada que ele podia ter. Foi tudo muito mais intenso para ambos. Ela teve mais um orgasmo facilmente com ele por cima mesmo. Depois trocaram a posição, ficaram muito tempo se beijando enquanto ela cavalgava. No calor do momento, ela foi até o êxtase e não conseguiram terminar fora. No momento, pareceu que super valeu a pena, porque se sentiram ligados fisicamente e emocionalmente de uma maneira diferente. Depois foram tomar banho juntos. Ele estava animado, querendo mais. Ela ficou com provocações. Foram para a cozinha comer, ficaram se pegando o tempo todo, beijando muito, trocando carinho. Depois ficaram na sala e o resto da noite no quarto, se curtindo até de madrugada, sem pudor e sem proteção. No dia seguinte, ele levantou até mais carinhoso, todo feliz da vida. Ela decidiu aproveitar a manhã com ele, já que a casa estava livre. Transaram mais vezes sem camisinha. Ela, rindo, perguntou se ele achava que ia ser daquele jeito quando fossem morar juntos. Ele disse que, por ele, sim, porque era doido de t***o nela. Ele falava, às vezes, que nunca tinha tido tantas experiências com outras meninas, que nunca tinha tomado banho junto ou dormido sem roupa, abraçado a noite toda. Ela não falava que já era muito mais vivida, se fazia de boba, sempre com medo de ser julgada por ele. Ficava incentivando ele a falar o que queria, pra depois não parecer que as safadezas eram ideia dela.
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