Tudo estava saindo como planejado. Kaori disse aos pais que ia sair com uns amigos, o que era normal. Como o pai já estava se preparando para sair de casa, a mãe estava sem conseguir olhar na cara dele ou falar com ele. O clima em casa estava péssimo.
Quando chegou a noite no sábado, Daniel mandou uma mensagem dizendo que não ia conseguir ir, porque havia acontecido um imprevisto. Ela ficou muito brava e respondeu dizendo que então não conseguiria ir nunca mais aos encontros deles, porque aquilo não era justo. Ela ficou ansiosa o dia inteiro esperando, criou expectativas, e ele estava brincando com ela, fazendo de tonta.
Disse que, se ele não tinha coragem de ficar com ela, então devia achar outra tonta pra ficar só batendo papo com ele.
Ela estava de mau humor e acabou descontando tudo nele, fazendo pressão, o que o fez ceder. Na verdade, ele estava com medo, porque sabia que não ia conseguir se conter e que algo ia acontecer se eles se encontrassem.
Ele não respondeu mais nada. Só pediu desculpas, não ficou debatendo, e foi beber, porque estava realmente sozinho.
Depois de ficar em casa bebendo, criou coragem e mandou mensagem dizendo que estava na rua dela.
Ela já estava deitada, assistindo, e respondeu brava, dizendo que não ia sair pra ficar só batendo papo.
Ele disse pra ela sair, que queria mostrar uma coisa.
Ela se levantou, colocou outra roupa e saiu, curiosa. De novo, com expectativas, mesmo irritada. Ela sabia que ele estava confuso, se sentindo culpado, mas pra ela isso não importava. O que importava era o que ela queria, e ela queria ir adiante.
Saiu sem falar nada pros pais e entrou no carro dele.
Ele sorriu como se nada tivesse acontecido antes.
Assim que ela entrou no carro, ele tomou a iniciativa de beijá-la. Beijou ardentemente, fazendo carinho, começou a acariciar o corpo dela além do que costumava fazer.
Ela parou o beijo e perguntou o que ele queria mostrar, se era só aquilo.
Ele disse que não. Disse que queria ficar com ela, mais a vontade. Pediu desculpas por estar confuso, mas disse que não conseguia parar.
Era tudo o que ela queria ouvir.
Ela perguntou se ele não queria ir pra outro lugar, porque ali na rua os pais dela podiam ver, e o irmão tinha saído e podia chegar a qualquer momento.
Então ele disse que ia levá-la pra um lugar especial.
Ela achou que talvez fossem a um motel.
Mas eles foram direto pra casa dele. A casa onde ele ia morar com a noiva.
Era uma casa linda, grande, térrea, com portão fechado e muros altos. Assim que desceram do carro, ele foi entrando e a levou pela mão.
Ainda não tinha muitos móveis, mas os que tinham eram novos, muitos ainda embalados. Inclusive a cama e o colchão.
E eles foram direto pra lá.
Ele perguntou se ela não ficava incomodada de ir lá.
Ela disse que não, que, por ela, tudo bem. Elogiou a casa, perguntou se ele estava ansioso para o grande dia, ele disse que, se dependesse dele, não aconteceria. Deu a entender que estava querendo romper o compromisso com a noiva.
Lá na casa havia bebidas, e ela percebeu que ele tinha estado ali há pouco tempo. Ele serviu vinho pra ela e começou a beijá-la ardentemente, puxando-a contra si pela cintura.
Ela percebeu que ele já estava e******o com simples beijos e contatos físicos mínimos, o que a fez pensar que ele era inexperiente, talvez até vi.rgem. E isso a deixou bastante ansiosa, intrigada.
Os dois estavam se beijando e foram sentar na cama. Ela o colocou deitado, subiu em cima dele, levantou o vestido, puxou as mãos dele pra acariciar, apertando a bu.nda, sentindo a calcinha de renda. E os beijos começaram a se intensificar cada vez mais.
Ela estava em cima dele, roçando a intim.idade na ere.ção, ele estava suspirando, a mordendo.
De repente, ele a afastou e disse que não estava aguentando mais.
Ainda assim, ela continuou provocando e perguntou por que ele não estava aguentando.
Daniel estava muito duro, quase go.zando na calça. Ele se sentou, tentando acalmar os ânimos um pouco, tirando o foco da excitação, e disse que ia acabar melando a cueca.
Ela começou a rir, foi tirando o vestido, ficando apenas de calcinha e sutiã em cima do colo dele, disse com deboche:
— Então go.za em mim. Seria bem melhor, você não acha?
Ela tirou a camiseta dele, ele começou a chupar os se.ios dela, tirou o sutiã, a colocou deitada, tirou a calcinha e continuou em cima dela, beijando enquanto a mast.urbava freneticamente, espalhando toda a lubrificação.
Ela estava encharcada, querendo mais, sem pensar nas consequências ou aonde aquilo poderia levar.
Ele saiu de cima para colocar a cam.isinha e começou a demorar alguns instantes. Ela já estava n.ua, arreganhada, apenas esperando. Quando percebeu que ele estava com dificuldade, disse que poderia ajudar.
Se aproximou e colocou a cami.sinha, voltou a deitar, ele subiu em cima dela, foi pene.trando-a lentamente. Ele já estava quase alcançando o êxtase, e tudo para ele era novidade. A verdade é que ele não tinha experiência. Em meia dúzia de estocadas, ele g.ozou e desmontou em cima dela.
Ela ficou bastante frustrada, mas disfarçou. Beijou, continuou deitada, trocando carícias, e a única coisa que conseguia pensar era o quanto eles podiam melhorar aquilo, porque ele era muito gostoso, mesmo tendo acabado rápido.
Continuaram trocando beijos e carícias, se curtindo.
Depois, quando ele voltou a ficar duro, tomaram banho juntos e voltaram para a cama. Ela o colocou deitado, foi subindo em cima, colocou-o dentro de si sem cami.sinha mesmo e disse que só ia fazer um pouquinho e que, sem cami.sinha, ele ia demorar mais para go.zar.
A verdade é que os dois estavam loucos um pelo outro, e responsabilidades, naquele momento, não pareciam algo relevante.
Ela ficou por cima, rebolando, cavalgando, puxando as mãos dele para lhe acariciar, ele ficou louco. Por muito pouco não alcançou o êxtase totalmente dentro dela, a tirou de cima desesperado, ficou estressado, acabando por sujar os dois.
Ela achou bastante graça e até comentou que não estava com toda essa bola pra ele go.zar tão rápido.
Ele confessou que era muito inexperiente e pediu desculpas, o que a deixou encantada, porque ele era fofo, carinhoso, tudo na medida certa.
Essa foi só a primeira vez de muitas. Eles começaram a ter um caso desde então.