Sol Acordei sentindo um toque suave no meu pescoço. Subindo e descendo. Seguido de beijos delicados que me arrepiam e me fazem sorrir. Seu perfume refrescante chega ao meu nariz ao mesmo tempo que eu sinto o peso da sua mão grande na minha cintura. ‘Que forma gostosa de acordar!’ Curti seu chamego gostoso sentindo meu corpo reagir até que lembrei que isso não devia estar acontecendo, então abri os olhos preocupada, percebendo que estamos sozinhos. — Bom dia, dorminhoca! — Bom dia, namorado! — Não aguentei esperar, então perturbei a sua mãe e vim te acordar. — Realmente ela te ama para te deixar vim aqui. — A condição era deixar a porta aberta. Sorrindo, Henrique vem me beijar, mas eu automaticamente me afasto porque não quero que ele tenha que lidar com essa parte desagrad

