157 narrando . . .
Fui beijando a perna dela, subindo bem devagar.
Enquanto mais eu subia, mais ela abria as pernas. Mulher tem a p***a da
mania de usar calcinha minúscula.
Tu vê tudo.. Fica difícil de controlar e não ir direto pro ponto.
Levantei sentando do lado dela e puxei o rosto dela na hora beijando ela.
Enfiei minha mão no cabelo dela já dando um puxão.
157: Quero ver tu se tocando pô. - afastei meu rosto do dela. - Qual foi? Tá
com vergonha?
Dei risada da cara dela, toda vermelha.
Letícia: Não, não é.. Na verdade sim é que sei lá, ninguém nunca me
pediu pra me masturbar no meio da transa. - riu toda sem graça.
157: Relaxa pô, vem cá. - bati na minha perna e ela veio engatinhando.
Sentou no meu colo e colocou as pernas em volta de mim.
Segurei a mão dela e coloquei por dentro da calcinha dela, vergonha.
Brincadeira isso aí.
Fui auxiliando só no começo, depois tirei minha mão. Segurei o rosto dela
e fiz olhar no meu rosto. No meu olho pô.
Os gemidos e a expressão dela, tá me fodendo real. Tô duro pra c*****o,
puta que pariu.
157: Doutora para aí p***a. - tirei ela de cima de mim.
Ela deitou tirando a calcinha e jogando no chão. Fui logo caindo de boca.
Tava tentando me concentrar pô, mas não tá dando. Sei lá c*****o, tá
rolando uma parada estranha. Os gemidos dela tão me passando um
bagulho diferente.
Esqueci essa parada e foquei nela. Mas nem demorou c*****o, a mulher
gozou pô. Foi p***a pra c*****o, meu sofá todo sujo.
157: Tu tá bem? - perguntei querendo rir.
Letícia: Tô ótima. - levantou rápido me puxando.
Aí nós já foi pra outro beijo. E ela que tava com vergonha, tava quase me
estuprando.
157: Vai com calma pô, tu não tá tão necessitada. - levantei e tirei minha
bermuda, junto com a minha cueca.
Voltei pra lá e ela foi me empurrando, subindo em cima de mim que nem
loca.
Porra.. Pode ser o mínimo detalhe, se a mulher sabe fazer, o bagulho é de
outro mundo.
Se apoiou no sofá mesmo, segurei a cintura dela e tentei ajudar ela com
os movimentos.
Nem precisava, a doutora é ligada no 380 pô. Depois disso aí, a tarde toda
foi só socadão.
Letícia: Cadê minhas roupas? - perguntou enrolada na toalha. - Eu tenho
que ir embora 157.
Dei de ombros apagando meu baseado.
157: Pô, a mãe da tua amiga não ficou com tua filha? Então relaxa aí. - só
escutei ela bufar. - Coloquei alí fora.
A maluca foi lá e jogou a toalha no chão, ficou pelada.
157: O c*****o, tá maluca? Se alguém te vê assim p***a. - levantei do sofá
e ela me ignorou legal.
Letícia: A gente tá no meio do nada, não tem mais ninguém aqui. - entrou
pra dentro vestida com a calcinha e tapando o peito. - Me empresta uma
camisa? Meu cropped é muito quente.
Fui andando pro quarto e chamei ela. Folgada foi pulando na minha
cama,
Abri uma mala e peguei qualquer camisa pra ela. Já percebi o olhar
pesado dela nas minhas armas.
157: Qual foi? - joguei a camisa pra ela, que já colocou.
Letícia: Eu vou te falar a última mês. Se te pegam com tudo isso aqui, você
vai mofar na p***a do presídio 157.
Sabia que era esse papo.
157: Fujo de novo doutora, terror nenhum. - fechei a mala e coloquei no chão
Letícia: 157, você acha que eles não vão estar preparados? Ninguém pisa
na mesma merda duas vezes. Olha cara me leva embora.
Neguei indo pra perto dela. Tá me achando com cara de palhaço.
157: Qual foi doutora? Vai dizer que tu não sabe do proceder com
bandido? - ri segurando ela pela cintura. - Tu vai ficar aqui p***a,
quando eu quiser te liberar.. Te deixo no portão de casa.
Letícia: Eu não vou ficar aqui. Já me arrisquei muito em ter vindo
com você, logo pra cá. Eu não sou nenhuma dessas garotas que você tá
acostumado, tenho uma filha para criar e um monte de problemas do
trabalho pra resolver. Vou pegar as minhas coisas e você vai me deixar
em casa, agora!
Soltei ela e saí dali. Vou levar ninguém não, quer ir embora? Pula na
água e vai nadando.
Não trouxe ninguém a força e muito menos pedi pra vir. Já que veio, vai
embora quando eu quiser pô.
E outra pô, agora tá comigo. . . .