Samantha Point Of View
- Nick - Ele estava de olhos fechados - Cara reponde! - Ele não responde e eu já estava ficando preocupada, droga, eu não sei o que fazer agora, se ele não acordar com certeza os seguranças irão saber e eu não passarei mais uma noite vida, meu corpo será mutilado e eu nunca mais irei vê meus pais ou qualquer um, mas espera não há nexo, quer dizer como um homem desse entra em coma por uma queda? - Droga o que eu vou fazer ... - Antes de terminar sou interrompida por ele
-Minha cabeça doí - Ele sussurra apertando os olhos mesmo fechados
- Oh você está vivo... me desculpa por isso, por favor não se vingue de mim me matando, foi sem querer você viu, você caiu e ... - Ele dá risada do meu nervoso me fazendo suspirar- consegue ficar em pé?
- Acho que sim- Ele tenta mais não consegue me fazendo gelar por dentro, estou ferrada e se ele ter se machucado feio e ... - Droga, vem cá eu tenho que lhe dizer duas coisas - Ele faz um sinal para que eu me aproxime e assim o faço - Primeiro, nunca duvide da minha capacidade em fazer algo Samantha e segundo... - Em instantes ele segura nos meus pulsos levantando agora sendo eu a ficar por baixo, coloca os meus braços para cima enquanto trava as minhas pernas com as suas a cada lado com meu corpo, me deixando assim imobilizada sob ele, enquanto devagar o seu tronco vai abaixando até seu rosto está milimetricamente perto do meu, o bastante para compartilhar a sua respiração com a minha- Não se engane tanto assim comigo baby - Ele sussurra bem perto do meu ouvindo me fazendo evitar a mim mesma não me arrepiar quando sinto seu hálito quente em direção ao meu pescoço assim que ele termina de falar
Em seguida ele apenas solta os meus pulsos e levanta em um impulso me fazendo retomar a respiração de forma acelerada, não por medo, mas pela pequena linha de adrenalina que havia sentido com ele sobre mim. Levanto o mais rápido que consigo o vendo virar uma garrafa de água concentrado nela. Agora percebo o cansaço olhando ao relógio da cozinha que marcava duas e meia da madrugada, precisava dormir e tentar digerir tudo e talvez prestar atenção em algo que me ajude a esquecer hoje, amanhã tenho aula e não quero me culpar com tudo isso
- Você dorme aqui hoje - apontou a cama do primeiro quarto em que me trouxe, ele retira a sua camisa não se importando comigo
- E você ? - Pergunto esperando que ele saísse
- Onde acha que vou dormir? - Me perguntou como se fosse obvio, como assim? eu nunca dormi com um homem sem ser o Maison, eu fiquei meio assustava e ele percebeu, ele tem que perceber, eu não quero dormir com um assassino, que merda ele pode ter na mente? Principalmente com uma garota que não conhece na sua cama- Não vou f********o com você ou tentar
- Por que acreditaria nisso?
- Não tem outra escolha -Ele dá de ombros retirando a calça me fazendo virar e fingir prestar atenção na cama ao qual vou em direção o ouvindo rir - Ainda é virgem?- Ele pergunta me assustando
- O que lhe faz pensar que sou?- Pergunto o encarando - E mesmo se eu fosse você não tem haver com isso - Ele rir achando graça do que eu digo - Eu não me sinto a vontade dormindo no mesmo quarto que você, eu nem lhe conheço e ...
- Você não vai ficar por ai jogada pela casa, isso não iria me ajudar em nada, quero você sob os meus olhos e se isso implica ouvir sua opinião mesmo não me importando com ela, tudo bem - Ele levanta os braços pegando em uma camisa
- Droga - Suspiro derrotada aceitando a situação, pego no meu celular pronta para mandar uma mensagem para a minha mãe inventando uma suposta verdade porém ele vai para trás de mim - O que está fazendo?
- Eu que pergunto - Ele pega no meu celular
- É apenas uma mensagem para minha mãe sobre o meu sumiço - Digo o vendo assentir depois de algum minuto
- Quero ter certeza do que vai falar com ela - Ele diz se aproximando me fazendo recuar - Por isso eu digito - Antes de falar alguma coisa ele me olha de forma assustadora me fazendo engolir em seco e começar a dizer o que iria digitar sozinha
Após mandar a mensagem explicando toda a mentira ela disse que ficou tranquila e que deveria ir para casa após o colegio, só faltava agora confirmar com a Alexia
Mensagem- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - --- - - - - - - - - - -
s''-Alex, se minha mãe ligar- lhe fala que eu estou ai ok e se ela quiser falar diz que estou dormindo e sei lá, inventa''
A-'' por que ? onde você esta?''
S- "Estou com um amigo, amanhã lhe explico, só confirma"
A- "Ok, quero uma explicação"
S- "Também lhe amo tchau"
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Ele estava com os olhos fechados, parecia um anjo, um garoto ingênuo e não um assassino, seu rosto estava sem expressão, sua boca é perfeita e rosada, mas no fundo duvidava se ele estava dormindo, eu no fundo queria sentir o calor do seu corpo, estava frio mesmo com o aquecedor presente, na verdade não era em si o calor do seu corpo, eu queria o calor de alguem a quem eu pudesse conversar sobre como me sinto agora, perdi meu namorado, alguém que achava conhecer mas na verdade não, queria falar com a minha mãe mas ela está em mais um dos seus plantões extras idiotas, há o meu pai mas ele tem estado tão distante, apenas quer me privar das coisas, até as meninas mas elas iriam entrar numa fria por minha causa
- Você deveria tentar dormir- Ele murmura me assustando um pouco
- Não consigo... eu escutei a tua conversa com o Natanael
- Garotas curiosas se machucam no final - Ele sorri abrindo os olhos me fazendo engolir em seco
- Por que tem que me matar? -Pergunto sabendo o obvio mas mesmo assim curiosa demais, eu deveria apenas calar a boca em vez de enche-lo com perguntas
- Você viu demais, deveria ter feito lhe algo
- Por que não fez? - Ele me olha surpreso talvez por está entregando minha vida de bandeja, mas deveria arriscar para ter as respostas principalmente sobre os reais motivos para ele não me matar sendo que segundo o Natanael, eu sei demais - Não que eu queira só estou curiosa para saber o por que de não ter feito
- Talvez eu queira t*****r com você antes de lhe ter morta - Suas palavras me fazem ter a pele arrepiada e uma expressão surpresa, mas ele apenas rir - Relaxa, quero você como está, não vou fazer nada com você agora, ou seja não vou lhe matar ou lhe estrupar, não gosto de coisas a força principalmente quando sei que você vai querer ir para cama comigo- Sorrir fechando os olhos na maior tranquilidade porem por mais convencida que tenha sido a ultima parte eu ainda estava surpresa e desconfiada em relação a ele não me matar
- tranquilidade em falar do meu tempo de vida- digo ironica ignorando a sua ultima frase
- Eu não estou afim de lhe matar
- Eu não vou t*****r com você - Ele riu mordendo o lábio no final fechando os olhos novamente
- Claro que não - Carrega ironia em sua fala fechando os olhos e por fim acabando com o assunto, por mais que eu não queira, parece que de certa forma minha vida está predestinada e eu não gosto disso ...
Acordei com o despertador do quarto, olhei em volta e eu estava sozinha naquela cama, mas não era no quarto ao qual dormir, era outro, um pouco menor e sem tanto luxo, a primeira coisa que fiz foi levantar a coberta verificando se estava com a roupa ao qual dormi, ele foi sincero, ou pelo menos parece visto que dormi em um quarto e no dia seguinte acordo em outro. Levantei arrumando a cama em seguida, por mais que fosse sem meu consentimento, isso foi uma forma de agradecer, ele evitou um desastre, se não acontecesse ontem acredito que em alguns dias ou meses, o Maison me mostrou uma faceta que eu nunca havia visto ou até mesmo percebido, mesmo não confiando no Nick sei que isso é apenas um momento da minha vida e em breve não o verei mais
- Bom dia - Eu ouvi a sua voz, ele entrou no quarto apenas com a parte de baixo vestida e do abdomem para cima descoberto, ele tem tantas tatuagens espalhadas, ontem eu não olhei direito mas agora posso perceber, ele estava de costas olhando dentro de um armario existente nesse quarto, seus músculos contraídos, tenho que confesso o quão quente e bonito ele é
- Bastantes tatuagens - Comentei assim que ele se viro pegando-me a olhá-lo
- Gosta? - Pergunta
- São... Quentes - Dou de ombros falando o que me vem a mente, o que sempre me põe em furadas
- Baby, não são apenas tatuagens que me fazem ser quente - Ele sorriu mordendo o seu lábio inferior e eu realmente percebo que não é apenas as suas tatuagens que o faz quente, os seus olham também são um ponto forte de vários, eles me olham de forma tão profunda que consigo enxergar todas as suas intenções, mas não posso me deixar levar por ele, apenas para tirar-me desse fim do mundo- Toma, seja rápida - Entregou-me uma toalha antes de sair do quarto
Olhei em volta e tinha uma porta onde suponho ser o banheiro, alguns minutos e já estava pronta olhei para o meu celular e tinha pouco mais de trinta minutos para ir para o colégio, nesse momento ele entrou novamente no quarto
- Vai me levar ao colégio? - Pergunto o vendo assenti, decidir não perguntar o por que de ter acordado nesse quarto, estava aliviada por isso, talvez ele me tivesse trago assim que adormeci ou algo semelhante
- Só vou tomar uma ducha, tem algo lá em baixo para comer, me espere na sala
- Ok- disse levantando, antes de chegar na porta ele me pediu para esperar, veio até mim, me dando um selinho e em seguida saiu pela porta entrando no quarto em frente ao que eu estava com um sorriso sacana, eu fiquei tipo que, um beijo? ta não foi um beijo, foi um selo de lábios mas foi um beijo e eu fui pega desprevenida e estou sem entender o por que do beijo, quem ele pensa que é? m*l o conheço e p**a merda um beijo
Eu fiquei pensando no tal " beijo" por tempos enquanto estava no sofá, não havia comido nada, os seguranças me olhavam com uma cara que me dava até receio movimentar-me por um milimetro então decidi comer algo no colegio enquanto isso apenas esperar o Nick, em seguida me vinha a mente como seria minha vida agora sem o Maison, acredito que com um pouco mais de liberdade, o Maison era um cara legal antes do que aconteceu ontem claro, brigávamos muito pela sua insistência e pela forma como me tratava como uma criança, sempre a me impedir de ir a determinados lugares sem ele, era um relacionamento abusivo, pelo menos um pouco, mas meus pais sempre falavam para não lembrar das partes ruins, principalmente minha mãe que mesmo por vezes não parecendo feliz com o Maison ou suas atitudes me falava que ela e o papai sempre enfrentavam essas brigas mas que isso era normal de todo casal
- Vamos - Nick chega na sala me fazendo levantar e segui-lo
Viemos o caminho todo sem falar muita coisa, ainda estava surpreendida com tudo o que aconteceu sem contar que ele estava ocupado demais pensando e eu desconfortável , ele então estacionou na frente do colégio e não era assim tão longe da sua casa pois em minutos nós chegamos, mentira ele morava bem longe mas a velocidade foi realmente alta pois a viagem pareceu curta, se eu não gostasse tanto de velocidade estaria gritando. Quando chegamos ainda não havia tocado o sinal, pois estavam ainda ali os alunos e seus grupos e eu só tinha visto a alexia e não a Hanna
Nick saiu de seu carro e abriu-me a porta com um cigarro entre os dedos, pude perceber os alunos olhando para o seu carro e para nós, era um grande carro e potente, não sei ao certo qual o nome mas é bastante caro
- Obrigada- Iria me virar porém ele me puxou fazendo nossos corpos se colarem, ele estava encostado no carro e eu não entendia muito de sua ação, mas estava receosa o que nas ultimas horas era o que eu mais sentia, receio
- Espera ai, onde vais assim?Temos algumas coisas para impor - Ele com os braços em volta da minha cintura virando o rosto para soltar o fumo toxico
- Logo bate o sinal, não quero me ...- Ele me interrompe sem se importar
- Eu quero que me espere na saída, irei ficar chateado se você decidir ir antes de mim- Ele diz ironico me fazendo revirar os olhos- Tambem não quero ouvir de ninguém que você estava falando pelos corredores sobre o que aconteceu ontem entende?
-Tem gente sua ai dentro? - Ele sorri dando de ombros, por mais que sinta medo eu respiro fundo achando tudo isso muito i****a- Escuta, eu presenciei bastante ontem e hoje, pode ter certeza que eu não irei falar para ninguem sobre o que aconteceu- Ele dá risada me fazendo ficar confusa
- Você não percebeu ainda Samantha? - Ele leva o cigarro a sua boca jogando o fumo para fora antes de voltar a falar- Eu não vou te deixar em paz, você cruzou o meu caminho e está feito, você pode me fazer mudar de ideia em relação a lhe deixar livre mas até lá, eu não vou poder te deixar livr
- Eu não entendo, quer dizer, eu não vou para sua casa de novo se é isso o que pensa, foi um acidente ontem as coisas não iram acontecer como... - Fui interrompida pela sua mão na minha boca ele revirou os olhos
- Você fala demais - Ele diz frustado retirando a mão da minha boca - Eu não vou lhe levar para a minha casa, mas venho aqui e não se fala mais nisso, agora você tem aula e eu de verdade não estou afim de ficar ouvindo suas reclamações, apenas deixe sua boca fechada pelo bem da sociedade e pelo bem da pessoas próximas a você
- Então se poupe disso e me deixe ir - Respondo irritada o vendo sorrir parecendo gostar do que vê, eu posso não suportar esse rapaz mas ele é extremamente sexy - Podemos fazer um trato, você me deixa ir e ...- Ele me interrompeu com um beijo, agora sim um beijo de verdade, um beijo sem definição, intenso, não sei ao certo como mas foi ótimo, a sua boca e o modo como puxava os meus labios me fazia desistir de criar qualquer barreira com ele, o mesmo parou o beijo e eu senti um pouco de falta, você não deve sentir falta nenhuma Samantha, meu subconsciente me alertava, eu não devo nem beija-lo
- A criança tem aula agora - Ele disse tirando os braços de volta da minha cintura me fazendo revirar os olhos e dar uma distancia dele
- Isso não vai se repetir, foi algo que aconteceu por sua iniciativa, porque de mim não iria acontec...
- Shiu- Ele coloca o dedo em frente a minha boca - Você fica melhor calada- Ele saiu de perto do carro, deu sorriso de lado e piscou o olho antes de ir
Ele havia saído, e então percebi os vários olhares posto em mim, me sentir constrangida mas decidi ignorar indo até a alexia
- Seu amigo era o cara que lhe salvou ontem do Maison? Pensei que ele só havia lhe ajudado com isso
- É uma longa historia, mas onde está a Hanna? - Disse mudando de assunto
- Ainda não chegou foi levar a avó ao médico
- Ah, ok então.
...
Hanna havia chegado na terceira aula e junto com ela o questionário, pelo o que parece mesmo as minhas suspeitas estava realmente certas e o Nick não é um bom rapaz, todos pareciam olhar-me como uma aberração, admirados ou qualquer coisa
- Você está com o Nick Meins?- Ela olhou-me surpresa e isso não é bom
- silêncio senhorita Hanna - A professora alerta
- Desculpe - Ela diz para a professora em seguida sussurrando para mim um precisamos conversar
Enquanto a aula passava eu apenas podia pensar na roubada que eu havia me metido, parece que todos sabem de algo menos eu, como sempre, na maior parte das vezes eu realmente estou aérea as novidades, não é por m*l apenas sei que não me interessa e que ficar sabendo pode me colocar em algum beco sem saida, eu sou curiosa mas ainda assim sei o que quão a curiosidade pode ser a chave do meu caixão por isso tento me controlar mas agora parece que mesmo eu tentando está longe está no meu destino me meter em roubadas
Quase no fim da aula o meu celular vibra e lá está uma nova conversa entre mim, alexia e Hanna
- Por favor, estou a me corroer, sabe quem ele realmente é? Ele é um ser ilícito, tipo droga, ele não deveria andar solto e nem você a beijá-lo, ele é um gangster e tudo mais, eu não posso acreditar que está com ele e nem que aceitamos carona dele - A Hanna digitava rápido e pelo o modo como se mexia na cadeira parecia realmente parecia agitada
- Eu não me importo, apenas estou grata que ele me salvou, ele me pareceu bem legal e isso deve ser apenas boatos pelo jeito dele sem contar que ele parece ser mais um filhinho de papai- Minto achando bem conveniente o acabei de digitar
- Como assim? - Pergunta Alexia e as duas me olham
- Viram o que o Maison me fez, ele me ajudou então não é tão m*l sem contar que o carro dele hoje é diferente do de ontem e a casa para onde fui ontem era enorme e cheia de empregados e seguranças - Sei que não é certo mentir para as minhas amigas mas não quero que elas acreditem que eu estou me envolvendo com um traficante até por que em breve ele vai sumir da minha vida pelo o que espero
- Talvez tenha um pouco de razão - Hanna digitou
- Mas isso não é motivo para beijá-lo em frente a escola toda ou dormir na casa dele- Alexia digitou e em seguida um rostinho surpreso da Hanna
-Oh meu Deus, vocês transaram? - Hanna se apressa a digitar me fazendo abrir os olhos surpresa com o que li
- Que?não - As encaro em seguida o professor que lia o seu jornal, por mais que literatura inglesa fosse legal essa aula tinha se tornado uma merda quando Augusto assumiu o cargo, ele simplesmente nos manda ler algumas paginas e pronto - Olha, parem de agir como mães, estou bem e isso é o que importa, não fiz nada com ele, o Maison apareceu e achei mais seguro ir com ele , ele se ofereceu e eu tinha receio do Maison me fazer algo sozinha em casa então fui, sei que foi errado sair com um estranho mas estava desesperada - Escrevo o que vem a mente
- Está bem, não faça loucuras assim de novo, poderia está morta
A aula passou rapidamente, decidi focar nas paginas sobre a Grécia que estavam mesmo no final do livro. Saímos de lá e eu me sentir insegura, enquanto digitava havia esquecido sobre ele vim me buscar e eu havia confirmado que nunca o veria e agora lá estava ele em frente do seu carro
- Olha quem está ali- Hanna foi a primeira a falar- Tenho que confessar, ele é muito quente- me virei o vendo encostado em seu carro com o celular na mão
- Não deveria dizer isso mas isso é incrível, ele faz parte de uma coisa ilegal que ninguem realmente sabe o que é, mas está metido em rachas de rua, brigas e pelo o que parece ele cobra pessoas e as matam quando não fazem as coisas certas, acredito que tem alguém maior mas isso nao me faz crê que ele é apenas um filho de pais ricos, é temido e bonito, combinação perfeita para o desastre- O que Alexia diz me faz ter medo, sei que ela tambem carrega toda essa duvida mas ainda assim permaneço na minha mentira
- Ele é apenas uma vitrine de um garoto m*l quando na verdade é apenas um rapaz rico- Sei que é errado mentir mas não vou entregar cartas arriscadas, ele agora faz contato visual comigo guardando o celular no bolso vindo em minha direção, junto com ele os olhares dos alunos, aquele garoto chamava a atenção e parecia não se importar nem um pouco, sua postura confiante e seria fazia com que ele deixasse claro o quão frio era em relação aos outros
- Olha isso - Ouvi a Hanna sussurrar
- Oi meninas- a voz do Nick nos interrompeu, ele olha para todas e por fim em mim com um olhar do tipo "espero que não tenha dito nada", balanço a cabeça de forma discreta o vendo sorrir satisfeito
- Olá Nick - Comprimento com um minimo sorriso
- Olá novamente- disse a Alexia, a Hanna assentiu sorrindo
- Elas estavam ontem comigo, essa é a Hanna e a morena Alexia e esse vocês ja conhecem o Nick
- foi um prazer vê vocês novamente - Ele sorriu bastante simpatico até
- O mesmo - Elas dizem juntas
- Então Nick o que faz aqui ?- Alexia pergunta me fazendo ficar um pouco desconfortável
- Vim levar meu cachorro ao veterinário que há no fim da rua e como trouxe a Samantha aqui hoje resolvi dá uma carona - Ele sorriu bastante calmo para alguém que mente, costume
- A sim, eu adoro cachorros, mas não posso ter um minha avó é alérgica- Hanna diz triste
- É realmente uma pena, mas bom agora vamos ne Nick? - Tento soar calma, não quero ele perto delas
- Claro, foi um prazer meninas- Se despede delas que acenam
- Não coloquem elas nessa por favor- Digo enquanto vamos até o seu carro
- Fazemos um trato -Espero ele ir para o banco do condutor - Elas ficam de fora e sem saber de nada se você prometer não abrir essa linda boca e parar de agir como uma acorrentada toda vez que me aproximar de você- Ele diz dando partida no carro
- Eu sou uma acorrentada - Digo frustada
- Não, você é bastante livre, se mantenha na linha e eu dou a minha palavra que ninguém vai se machucar , caso contrario a culpa vai ser sua e a proposito amanhã estarei aqui novamente
- Claro que vai está - suspiro frustada
- e você não tem escolha em relação a isso- Ele sorrir voltando a olhar para a estrada
- Ótimo conceito de liberdade... i****a- Ele pode ter ouvido a ultima parte mesmo saindo como um resmungo, mas acredito que a minha irritação seja melhor do que alguma resposta para ele