A campainha tocou e Lipe atendeu, era entrega do nosso almoço que Lipe pediu. Comemos quieto e fui pro meu quarto depois que terminei. Enquanto esperava Luiza chegar, fiquei mexendo no meu celular. Ouvir alguém bater na porta e entrar, era Luiza que sorriu e se jogou em cima de mim. - Oi dona preguiça, que carinha é essa? - ela perguntou enquanto me abraçava. - Oi amiga, é nada não. A que devo a honra da sua visita? - dei um sorriso. - Você sumiu e eu vim ver se estava viva. Felipe me atendeu todo gato ó. - É, ele vai sair com a Mari. - suspirei. - Hum. E é por causa disso que você esta assim? - Óbvio que não, por mim ele pode sair com todas que eu não ligo. - Ata, aí mesmo que você morrer de ciúmes. Ta escrito na sua testa amiga. - ela falou me encarando. - Deixa isso pra l

