poesia

1573 Words

O escritor de prazer (e seu leitor), aceita a letra; renunciando a fruição, tem o direito e o poder de dizê-la: a letra é seu prazer; está observado por ela, como o estão todos aqueles que amam a linguagem (não a fala). [...] A crítica versa sempre sobre textos de prazer, jamais sobre textos de fruição. [...] com o escritor de fruição (e seu leitor) começa o texto insustentável, o texto impossível (BARTHES, 2002, p. 29). À primeira vista, para um leitor desavisado, pensa-se na obra de Vinícius de Moraes como sendo somente simples textos de prazer, mas na verdade, o leitor desavisado, deixando-se influenciar pela crítica, depara-se com a obra de Vinícius de Moraes com um olhar pré-conceituoso, pré-concebido pela crítica, que o coloca como poetinha, não por ser um mero apelido carinhoso, ma

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