A noite estava fria. Não havia vento. Não havia pássaros. O mundo parecia ter parado apenas para assistir. O cemitério antigo, no alto da colina, permanecia silencioso, iluminado apenas pelas velas tremulando diante da lápide branca. As letras negras refletiam a luz fraca, como se respirassem: MARIA SOUZA MALLARDO MÃE. GUERREIRA. A LUZ QUE MORREU PROTEGENDO OS SEUS. Eros estava diante dela. Aos 16 anos, era impossível confundi-lo com um garoto. O terno n***o, o porte ereto, o olhar duro que já carregava mais segredos que muitos homens de cinquenta. O sangue Mallardo — sharp, implacável. O sangue Herrera — frio, estratégico. Mas ali… ali na frente do túmulo dela… ele era só um filho. Lucca apareceu ao lado dele, agora com 15 anos, os olhos verdes idênticos aos da mãe brilha
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