NARRADO POR: ARTHUR (O GENERAL) Eu a encarava, sentindo o contraste entre a minha pele marcada por cicatrizes e a suavidade daquela camisa que m*l cobria o que eu tinha possuído com tanta fome na noite anterior. O nome da Samantha na minha boca ainda tinha um gosto agridoce, mas falar dela com a Alana era como comparar uma vela com um incêndio florestal. — A Samantha tinha fé — soltei, e minha voz saiu mais rouca do que eu pretendia, carregada de um cansaço que vinha de ano carregando fantasmas. — Ela acreditava, ela rezava... mas ela não era igual a você, garota. Ela não falava de Deus em cada suspiro. Ela não usava a Bíblia pra me peitar como se não tivesse medo do monstro que eu sou. Você é... você é um problema, Alana. Até... — Falar de Deus nunca é demais, Arthur — ela me interromp

