O sol m*l havia surgido em Moscou quando Konstantin abriu os olhos com violência, como se despertasse de um pesadelo que nunca terminava. O gosto amargo da noite anterior ainda estava na boca. A imagem de Anya sorrindo ao lado de Yuri, caminhando leve pelo jardim como se já tivesse esquecido dele, o perseguia como uma maldição. Levantou-se nu da cama, os lençóis amarrotados pelo sono inquieto. Tomou uma ducha gelada — a água batendo forte sobre a pele marcada por noites intensas com Anya. Seu maxilar cerrava-se mais a cada lembrança. Vestiu-se com pressa: camisa preta, calça escura, relógio de ouro. O rosto sério, gelado. Implacável. Desceu os degraus da mansão como um rei de um império silencioso. Ninguém ousava cruzar seu caminho de manhã. No salão de refeições, encontrou Irina já sen

