O dia m*l havia nascido quando os olhos de Konstantin se abriram. Por um segundo, ele esqueceu de tudo. Do peso da decisão tomada na madrugada anterior, do mundo perigoso lá fora. Havia apenas a respiração de Anya, a forma suave do corpo dela sob o lençol, os fios dourados espalhados no travesseiro. Ela se mexeu de leve, ainda sonolenta. Foi o suficiente. Konstantin não pensou. Não hesitou. Se aproximou como uma fera faminta que já se privara por tempo demais. — Você é minha… — murmurou, a voz rouca, quase possessiva. Anya m*l teve tempo de responder antes de ser puxada para ele. Os lábios dele tomaram os dela com um desejo selvagem, devorador. As mãos exploraram sua pele com voracidade, enquanto os corpos se uniam com fome e entrega. Dessa vez, não havia hesitação, nem contenção. A

