NATALY A manhã de sábado amanhece com o sol iluminado, o dia está quente e eu acordo tarde, já são 11:00 da manhã, pego meu celular em cima da escrivaninha, encaro a tela com dificuldade, verifico e atualizo meu aplicativo de mensagem algumas vezes mais tudo continua igual, nada do Arthur, nem uma mensagem, nem um bom dia, nem uma ligação. A última vez que nos falamos foi aqui em casa na terça feira, desde então mais nada, ele sumiu sem ao menos se despedir. Nem o Matheus fez questão de comentar nada sobre ele com a Ana. Desisto de ficar esperando algum sinal dele, todos os dias espero ansiosa por alguma notícia mais nada, ele. Estou dizendo dias mais a verdade é que isso é um espaço muito grande de tempo, a real é que confiro meu celular o tempo inteiro, de hora em hora de minuto em

