5 Nina Simões

1208 Words
—Eu.. Sei que você me viu carinõ, me viu sem camisa.. Agora eu não posso deixá-la escapar – eu estava encurralada. Com as costas colada a parede, os braços de Sebastian impediam que eu fugisse dali, seus olhos me prometiam horas.. E mais horas de s**o selvagem, eu não era nenhuma puritana para fingir não querer aquilo. —Eu percebo os teus olhos em.. Porque eu também a olho com desejo – engoli a seco.. Por Deus o que seria de mim? —Sebastian... Nós não Podemos! – praticamente gemi quando ele se aproximou mais, deixando sua boca a centímetros da minha. —Vo.. Você é meu chefe —derreti quando ele lambeu o canto da minha boca.. Senti uma pontada na minha v****a encharcada, como resultado daquele ato dele. —Aqui.. Nós podemos tudo, carinõ – ele falou e eu nem havia percebido o momento que ele tirou a roupa... Oh Deus aquilo estava realmente acontecendo, que homem.. Que material que ele tinha entre as pernas, a minha boca se abriu totalmente ao ver aquilo. —Venha para mim carinõ – ele chamou e tudo começou a mudar.. O ambiente ficou cliente e até uma música começou a tocar.. Aparentemente alta, alta até demais. Acordei com o corpo suado e a boca seca, minha pulsação estava tão irregular.. Olhei em volta e suspirei fundo ao constatar que tudo não passava de um sonho, um sonho e*****o como das outras vezes.. Eu estava segura na minha cama. Me sobressaltei quando a música recomeçou, levei a mão ao peito ao perceber que era só o meu celular. Caramba.. Como eu tive vontade de jogá-lo na parede, vi o nome de Sebastian brilhar na tela e arregalei os olhos levemente. —Eu acho bom ser importante Sebastian —falei assim que eu atendi.. Já passava das onze da noite. Eu me lembro de tomar um banho, comer um resto de pizza e.. Tomei uma taça de vinho, tinha sido ela a responsável pelo meu sonho quente, bem pelo menos eu queria me enganar com aquilo. —Eu não estaria ligando a essa hora se não fosse Nina! – ele falou e eu bufei —eu já mandei um táxi buscá-la, preciso de você aqui em trinta minutos —ele falou e eu tive vontade de gritar. Meu Deus só podia ser castigo.. Antes que eu pudesse perguntar sobre o que era, ou protestar de algum jeito. Sebastian desligou o telefone e me restou apenas fazer o que ele queria... Com muita má vontade. Em trinta minutos eu estava entrando no condomínio que Sebastian morava.. Quando o táxi parou em frente ao prédio, eu desci.. Paguei e aquele dinheiro ele teria que me devolver o triplo. Entrei no elevador indo diretamente para a cobertura dele.. Sebastian tinha a cobertura apenas para ele, eu diria que ele podia se dar aquele luxo, tinha uma bela vista do parque.. Uma piscina com ofurô, de tinha uma coisa que ele havia aprendido a gostar é do churrasco. A área para churrasco ficava ao lado da piscina, era uma área de lazer completo. Eu podia detalhar aquele lugar de cima a baixo.. Eu já nem lembrava de quantas vezes eu fui ali. Seja para pegar alguma coisa, dispensar alguma mulher grudenta.. Organizar jantar íntimo de Sebastian, com os pais dele logicamente... Eu não iria ficar organizando jantarzinho romântico. Já havia organizado festa de aniversário de casamento dos pais dele ali também... Eu era uma verdadeira escreva. —Olha aqui.. Sebastian eu não vou te perdoar por interromper os meus sonhos —falei ao passar por ele, nem mesmo reparei como ele estava. Só de pensar que eu estava tendo belos sonhos eróticos, mesmo sendo com ele mesmo.. Mas ele não precisava saber daquilo. —Sonhos eróticos... Carinõ – ele afirmou e eu engoli a seco, eu havia expressado os meus pensamentos altos demais? Só assim para ele saber que eram sonhos eróticos, arregalei levemente os meus olhos. Senti o meu rosto esquentar com aquilo, mais ainda quando o vi direito e ele está a apenas com a calça do pijama... Mas uma vez aquele peitoral sarado e bronzeado iria me perseguir. —É isso carinõ? —ele.. Estava supondo aquilo, e eu acabei me entregando. Cretino! —Se.. Sebastian —acabei gaguejando e quis me chutar por aquilo – você me chamou aqui a essa hora, por isso? —perguntei apertando os olhos na direção dele —eu esperava que no mínimo a sua casa estivesse pegando fogo —terminei de falar com o dedo apontado no peito dele. —Mas eu posso dar um jeito nisso – rugi entre dentes, Sebastian não se moveu um milímetro.. Aquilo só serviu para me enfurecer bem mais. —Pode acalmar carinõ —ele falou saindo do lugar e me pegando pela mão, revirei os olhos —não está pegando fogo na casa, está pegando fogo a minha vida —eu não estava acreditando naquilo, ele havia me tirado da cama para resolver problemas pessoas. Eu era uma pessoa muito benéfica, caso contrário eu já o teria envenenando. —Meus pais carinõ.. Eles ultrapassaram todos os limites —falou ganhando a minha atenção, Sebastian caminhou até o aparador se servindo uma dose de uísque. Ele ofereceu-me e eu neguei prontamente, estava mais interessada na história que ele tinha a contar. —Sebastian.. O que você está querendo dizer com isso? Por favor seja direto —pedi levando a minha mão a têmporas e massageei o lugar. Eu previa uma belíssima dor de cabaça, como eu iria trabalhar no dia seguinte, eu estava precisando de férias... Eu nem me lembrava da última vez que eu tive uma, soltei um pequeno gemido em frustração. Quando levantei os meus olhos os de Sebastian estavam fixos em mim. —Eu... —ele pareceu se perder em suas palavras, enquanto me encarava —Eles estão loucos atrás de um neto —falou fazendo o meu queixo ir ao chão.. O que eu tinha a ver com aquilo? —Eles convidaram.. Uma ex noiva minha para vir ao Brasil, na intenção que eu possa reatar com ela —falou e aquilo só me deixava cada vez mais chocada. Eu nunca soube que o meu chefe já teve uma noiva. —só que eu não quero isso.. Carinõ, por favor —eu não estava gostando nada do rumo daquilo —sei que não namora ninguém. —Como você.. Olha aqui, você não sabe se isso é verdade.. Eu posso muito bem estar saindo com alguém! —falei e ele levantou a sobrancelha em minha direção.. A verdade é que eu não estava, eu até conheci alguém, mas o cara sumiu depois que jantamos. Eu não me lembro de ter feito nada errado.. Bem não era a primeira vez que isso aconteceu, eu sempre tive minhas dúvidas que foi por eu falar muito de trabalho. Culpa de Sebastian! —Você está? —ele perguntou se aproximando perigosamente de mim, eu balancei a minha cabeça em negação.. A muito tempo que eu não sabia o que era t*****r com alguém, acho que a minha mar tinha razão quando dizia que eu iria ficar para a titia. —Ótimo.. Assim você pode fingir ser a minha namorada!
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