Capitulo 17

1048 Words
Senti a voz de minha mãe um pouco triste a preocupação bateu talvez ela estivesse precisando de ajuda e como poderia ajuda-la? Ia tentar conversar com Delmom, para ver que ele poderia fazer sabia que não eu já tinha por, mas que estávamos um gostando do outro saberia que não aí ajudar meu pai. Enquanto tentava ter uma ideia minhas suspeitas ainda gritavam dentro de mim. Pressentia que algo pudesse acontecer com Yaila. Pois ela sumiu e nem responde as minhas mensagens tinha que vê-la algo me dizia que ela estava envolvida no tentado contra Delmom. Assim que terminou a reunião secreta no escritório fui vê-lo saber como estava. — Delmom, preciso ver Yaila será que me permite sair? — Não, quero que vá visitar ela precisa de você aqui comigo. — Mas Delmom, ela e minha melhor amiga preciso saber como está me deixei ir por favor? — Laura, já disse que não! — Eu vou, pois, não pode me manter como uma prisioneira quando penso que pode mudar vem com suas maldades e crueldades sem limites. — Laura, volta aqui! Inferno... Sai sem sua autorização sabia dirigir e fui igual um foguete e como de se esperar os seguranças estavam vindo atrás de mim já que ele estava impossibilitado de andar por um período. — Tentem impedir que ela chegue na casa da amiga dela, pois se algo acontecer com Laura, eu acabo com cada um de vocês seus inúteis. Falou Delmom, com seus seguranças. Meu telefone não parava de tocar era ele me ligando só que não atendi. Assim que chego na casa de Yaila, vejo tudo quieto e estranho seus pais não estavam e escuto um choro vindo do porão da casa dela. — Yaila, sou eu o que faz aqui escondida? — Sai daqui Laura, não quero que morra no meu lugar. — Porque está dizendo isso me diga? — Me perdoa fui fraca, mas estava com raiva dele porque simplesmente me usou. Sabia que tinha envolvimento com atentado contra Delmom. Mas ela não estava sozinha tinha, mas alguém com ela e pelos fundos da casa saímos sem ninguém nos ver. Entramos dentro carro e só ouvimos os tiros para cima de nos. Porém estava em alta velocidade e do nada eles sumiram, mas quando olho para Yaila o braço dela esquerdo estava ferido. — Yaila, aguente um pouco vou te levar ao hospital. — Me deixe morrer aqui mereci isso, mas aquela desgraçada me paga. — Está falando de quem? Nesse momento ela desmaiou e não conclui o que ia me dizer. Porém já sabia, mas graças a Deus não foi nada grave e chegamos no hospital ela com vida e se recuperando. Estava com ódio de Delmom, porque ele com certeza havia mandado matar minha amiga e isso eu jamais ia perdoa-lo. Por pouco não me feriu que gente, mas desumano essas crueldades dele sem limites. Agora estava tudo sobre controle decidi ir para casa e ter uma conversa com Delmom. Estava explodindo de ódio não dava para acreditar que ele ia fazer isso. — Yaila, agora está tudo sob controle a sua mãe já está a vir para cá com o seu pai. — Amiga, não me deixe sozinha estou com medo. — Preciso que me conte quem mandou voce fazer o serviço sujo me fala, Yaila? — Não, posso amiga! — Eu vou morrer preciso sair daqui me ajuda? — Sim, mas antes preciso resolver uma coisa. Por, mas que ela não pudesse me contar eu sabia quem era. Então eu mesmo fui tomar minha providencias queria ver até quando era o poder de Delmom. — Nana, cadê ele? — Se acalme menina vai ter um troço! Provavelmente deve ter ido para o quarto não está se sentindo bem. — Logico depois da merda que ele fez tem que passar m*l. Subi as escadas correndo e gritando pelo corredor igual uma maluca ele abre a porta do seu quarto e quando percebe que estou totalmente fora de si tenta me acalmar. — Delmom, o que pensa que ia fazer me diga? — Calma, Laura não estou entendendo pode me dizer o que está acontecendo? — Realmente não sabe ou está se fazendo de i****a? — Laura, por favor se acalma e fala eu juro que não sei? — Pois bem Delmom, tentou matar Yaila, porque sabia que era ela que tentou te matar não foi? — É obvio que não ia fazer isso de onde está tirando essa ideia? — Delmom, eu quase morri tinha uns caras armados seguindo agente e atiram contar nos, mas eu consegui fugir me diga que não foi voce que mandou? — Claro que não mande meus seguranças irem atrás de voce mas não era para matar Yaila, até porque eu sabia que ela tinha sido mandada pela Aída. — Tem certeza que foi ela? Eu também desconfio jamais minha amiga teria coragem de fazer a tamanha crueldade até que merece porque a usou como seu objeto s****l não foi? — Laura, ela sabia e aceitou não é santa, mas algo Aída ofereceu a ela e com certeza foi muito dinheiro. — A que ponto chega à crueldade de vocês tudo envolver poder e dinheiro será que existe um humano que tem sentimento sem ser por interesse? — Laura, eu tenho sentimentos, mas não demostro sou r**m e c***l essa foi a vida que escolhi. — Cara, minha amiga ia morrer e eu junto até quando me diga Delmom? Eu estava aflita e nervosa ele então me pegou com força, pois estava fora de mim e me jogou em cima da cama segurando meus braços. — Se acalma, está aqui tudo bem vou resolver isso! — Não, quero que seja do seu jeito para por favor tem que parar. — Não posso Laura. Senti seu folego aflito pelo meu desespero, mas ao mesmo tempo senti desejo em tê-lo ali naquele momento. Ele também sentiu o mesmo e começamos a nos pegar como dois loucos ferozes por sexo. Parecia loucura em meio a tempestade havia desejo incontrolável entre mim e ele. — Luara, está certa de disso? — Cale a p***a da boca e me coma agora de uma vez por todas. Ele sorriu e foi me despindo lentamente até me deixar nua por completo.
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