Capítulo9

1028 Words
Enquanto isso, Yaila continuava na mansão aguardando ele voltar, sabe-se lá de onde? Com certeza alguma coisa relacionada à máfia disso tenho certeza. — Delmom, está tão longe, estou há horas aguardando sua resposta e nada, onde está com a cabeça? — Isso não é de sua conta, Aída! — Como não precisa resolver, tenho dinheiro nesse jogo ou talvez tenha desistido de continuar sendo malvado e isso? — Não fale o que não sabe, afinal, não lhe dou direito para isso. — Delmom impressão minha ou aquela garota que está em sua casa tem a ver com sua mudança? — Por que está dizendo isso? — Tem dias que te desejo e você simplesmente me evita. — Aída, me desculpe, não estou com cabeça para t*****r com você, agora, por favor, me deixe em paz. — Vou te deixar em paz, só saiba que ninguém me usa e depois me joga fora. Aída era uma agiota perigosa que se envolvia com homens da máfia e tinha um caso extra com Delmom achando que ia se casar com ele algum dia. Só que ela nem imaginava que ele havia se casado com Laura e estava se apaixonando sem querer. Enquanto isso, Laura queria dar um jeito de tirar sua amiga da casa de Delmom e só assim ia poder ter uma noite entre eles e entender o que estava acontecendo com seus sentimentos confusos que estavam tirando sua paz. — Nana, que horas ele chega? — Laura, realmente é difícil porque quando sai assim demora e muitas das vezes nem volta, mas por que o interesse assim de repente para quem não ligava? — Preciso ficar a sós com ele, tenho que ter certeza de algo, será que pode me ajudar? — Ajudar em que posso saber? Levei maior susto quando olho para trás e vejo ele esperando a resposta, sendo que ainda pouco nem sinal dele. Meu Deus, esse homem voa ou é um fantasma? — Você está aí há algum tempo? — Não cheguei agora por quê? — Nada, não é que você é meio estranho, só isso. — Então, por que precisa da ajuda de Nana? Respiro fundo e, além de ficar pálida. Só que Nana me salva ao perceber que estou sem saber o que falar para Delmom. — Delmom, ela queria preparar um delicioso arroz-doce, sentiu vontade de comer, só que não sabe, né, Bela? — Sim, claro e fiquei com vergonha de usar a cozinha. — Sei arroz-doce? — Vocês acham que me enganam e vou acreditar. Mudando o assunto, cadê sua amiga? — Ela está dormindo! Que interesse assim por ela em? — Está com ciúmes, Laura? — E claro que não. Fico furiosa porque ele saiu, mas uma vez, rindo da minha cara. E, sem entender, Nana me dá um empurra-pé, mandando eu ir atrás dele. Acredito que ela desconfia de algo. — Delmom, espera, preciso conversar com você um segundo, será que pode? — Laura, eu posso tudo com você se eu quiser, sabe disso? — Eu sei, não precisa ficar me lembrando, mas o que quero conversar com você é sobre meus pais. — Laura, esse assunto hoje não me irrita, quero descansar. — Por favor? — Está bem, venha até meu quarto. Ele então saiu me puxando pela mão e olhei para Nana, que estava feliz com o que estava vendo. Pensei comigo: esse i****a vai me comer à força e será agora… Sem fazer barulho, pois não queria acordar a Yaila, entrei com ele e fiquei, mas assustada, quando ele fechou a porta. — Precisa trancar a porta? — Sim, fique à vontade sem medo, não vou fazer o que meu pensamento e o meu pênis quer. — Realmente me deseja? Só que eu não permitirei que essa coisa aí dura bem grande entre em mim. Deu para perceber de cara que o p*u dele está bem duro. Acredito que ele pensa em sexo 24h por dia, só pode. — Fique aí que eu já volto. Só de olhar para você, fico exitado. Que diabos estava acontecendo comigo? Senti vontade de beijá-lo naquele momento e me segurei. Fui então escutar atrás da porta e deu para ouvir o gemido dele e falava meu nome como se estive me comendo com força e eu senti até um desejo que logo passou. Um silêncio surgiu, acredito que ele terminou o que estava fazendo e eu continuei a sua espera, bem assustada. — Demorei? — Não! Então pode começar a me falar o que deseja, Laura. — Delmom, eu sei que não estou sendo nada submissa com você, mas me entenda, por favor. — Laura, estou sendo ótimo com você, afinal, quem me deve é você, não se esqueça. — Então decidi ser boa e fazer o que deseja, mas te peço por favor, ajude meus pais, eles estão passando dificuldades, sei que tem bom coração mesmo não parecendo. Nesse momento, ele se aproximou de mim com um perfume maravilhoso. Seu corpo estava molhado ainda e fui vendo cada detalhe daquele lindo corpo sarado e tentador. Comecei a me sentir estranha. Ele então me jogou em cima da cama e eu não tive forças para reagir porque eu estava gostando. E discretamente ele foi beijando meu pescoço, me provocando e com meu ar ofegante eu o desejei naquele momento. Mas logo a mágica acabou porque fomos interrompidos por uma louca gritando pelo corredor, pedindo que ele abrisse a porta por bem ou por m*l. — Acredito que, mas uma de suas mulheres está procurando Delmom. — Que diabos Aída está fazendo aqui, quem a deixou entrar? — Bom, eu que não fui porque você estava em cima de mim. Abro a porta e me deparo com uma loira linda que me deu um empurrão quando percebeu que eu estava sozinha com ele. — Atrapalho, meu amor? — Aída, quem deixou você entrar? — Esqueceu que não preciso pedir permissão? — A partir de hoje sim! — Essa, aí e o seu, mas novo brinquedo? — Cale a boca e vá embora! — Jamais precisamos conversar, esqueceu? — Laura, depois continuamos a nossa conversa. — Sinceramente, eu não quero, mas.
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