Capitulo 15

1050 Words
Assim que chegamos em casa percebo que havia um lenço agarrado na varanda que dá para o quarto de Delmom. Percebo que só eu vi então despercebida vou até o quarto dele e tiro o lenço agarrado e quarto comigo para mostrar a ela se sabia de quem era. Supostamente foi da pessoa que atirou contra ele e estava na varanda a sua espera. Certamente algum funcionário ajudou e quem será? Eu não sabia o que ia fazer o medo tomou conta de mim e fingi que tudo estava bem para ninguém perceber meu nervosismo. Não comento nada com Yaila, até ela e uma forte suspeita porque ficou com ele e descobriu que foi apenas para sexo. — Laura, o que foi fazer no quarto do Delmom? — Fui ver se roubaram alguma coisa, mas está tudo em ordem a pessoa que atirou desejava matá-lo mesmo. — Como tem tanta certeza assim? — Certeza não tenho, mas amanhã vou saber de tudo com certeza Delmom sabe quem e. Observo o olhar de Yaila, meu arregalado como se estivesse escondendo algo. Não posso desconfiar da minha melhor amiga ela não seria capaz ou seria? — Aída, sou eu então preciso do dinheiro senão vai da r**m para mim se descobrir que fui eu que te ajudei entrar na casa. — Calma, relaxa, estou aqui no hospital, mas não consigo ver se ele sobreviveu ou não fique tranquilo o dinheiro seguirá amanhã como combinado. — Está bem agora preciso desligar fico no seu aguarde. — Falando com quem a essa hora vai aguardar o que Yaila, posso saber? — Amiga e a responda da minha passagem que comprei errado nem sabe que vou viajar! — E mesmo ficamos sem nos falar aí não dá para saber ne? — Sim, agora está tudo bem entre nós amigas de novo. — E verdade agora vamos dormir porque quero estar bem cedo no hospital. — Que merda vou precisar me disfarçar de enfermeira para saber se o desgraçado morreu! ‐ Disse Aída após desligar o telefone. Na mesma hora o telefone de Laura, tocou era sua mãe procurando pelo seu pai. Ele havia saído desde cedo e não voltou já passava das 01h da manhã e nem sinal dele. — Filha, seu pai saiu e até agora não voltou sabe se ele foi aí? Disse que estava com saudades e que precisava te ver! — Mãe, se ele esteve aqui não vi ou não o deixaram entrar, mas acredito que não teve senão os seguranças teriam me avisado. — Fique tranquila ele vai aparecer deve estar bebendo por aí só pode. — Tomará que sim, filha só não sei com que dinheiro? — Isso e fácil para ele, mas qualquer coisa me liga está mãe? — Ligo sim! Desliguei o telefone e certifiquei que a casa estava segura e fui dormir. Mas não conseguia e passei a noite em claro pensando em Delmom como ele estava. Ainda bem que Nana, está lá assim fico despreocupada. Logo amanheceu peguei no sono e nem vi Yaila saindo achei super, estranho, mas não dei muita importância queria e logo ir para o hospital e ver ele. Assim que chego no hospital percebo um alvoroço na porta do quarto de Delmom e de se esperar. Ele rindo com as enfermeiras que faltaram esfregar a parte vaginal na cara dele. Bem que ele ia gostar né? — Nana, o que acontecendo aqui em? Pelo visto ele está ótimo acho que vou embora. Quando falei isso eu acreditava que ele não estivesse ouvindo, mas ouviu e me chamou pedindo para ficar. Ele me apresentou para enfermeiras como sua esposa e só recebi elogios confesso que fiquei sem reação. — Bom! Agora vou indo tenho a certeza de que Delmom, está em boas mãos. — Nana, espera preciso lhe dizer algo só um segundo Delmom já volto. — Olha o que encontrei no quarto dele na sacada! — Isso e um lenço? — Sim, sabe me dizer de quem e? — Não, sei, mas pode ser da pessoa que atirou nele! — Exatamente por isso eu trouxe com certeza ele sabe de quem e. — Pelo que conheço ele sabe sim e já está preparando algo para pegá-la. — E mulher então? — Não, sei Delmom pediu para eu sair do quarto enquanto falava com o pessoal dele e o que sei. — Nana, ficamos quieta então? — Sim, menina não se meta isso e barra bem pesada. Volto para o quarto e dou de cara com Aída, se fazendo de vítima. Percebo que quando ela me vê fica sem cor e olha para minha mãe admirando o lenço. De imediato também desconfio dela, mas não posso acusá-la sem provas. — Nossa que lindo lenço quem te deu? Porque e caro essa marca! —Achei no seu quarto Delmom, sabe de quem e? — Não! — Pois é a pessoa que atirou em você estava com isso no pescoço. Rapidamente ela tenta tirar o lenço da minha mãe, mas eu não deixo e irritada ela sai nervosa dizendo que ia atender a uma ligação importante e nem seu telefone estava tocando. — Laura, por favor de esse lenço a impressão digital da pessoa deve estar aí. — Isso, sem sobra de dúvidas. Entrego para ele e rapidamente ele faz um telefonema pedindo para alguém buscar uma prova certa. No mínimo ele já sabia quem era só não queria me falar para não me deixar preocupada. Nessa parte ele era bem cauteloso nunca me deixou ver nada que estranho ainda, mas com os mafiosos iguais a ela. — Delmom, está tudo bem? — Sim, agora está com sua presença. —Que susto você me deu em? — Pensou que eu ia morrer? Vaso r**m quebra assim não eu tenho um serviço, mas importante para realizar antes de partir. — Posso saber qual? Ele me puxou e me deu maior beijo aqueles de ficar com a perna bamba. E não parou com suas mãos foi passando pelas minhas pernas até rasgar minha calcinha. Sem saber o fazer ele só me pediu para eu ficar quieta e subir em cima da cama.  — Você e louco aqui e um hospital podem entrar pessoas aqui a qualquer momento. — Tranque a porta por favor será rápido.
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