Tayná Meus irmãos e meus pais entraram e ficaram me encarando. Eu continuei chorando porque não conseguia me acalmar. Não acredito que aquele desgraçado vai me forçar assim. Vou ver com ele, e não acredito que esse velho safado fez uma dívida para eu ter que pagar desse jeito. Minha vontade é matar um deles. Respirei fundo e, quando consegui me recompor, meu pai falou: Antônio: O que aconteceu, Tayná? Quando ele terminou de falar, eu avancei nele como um bicho e comecei a dar vários socos e tapas. Meus irmãos foram me segurando, mas eu estava como um animal. Eu me virei para o lado de um dos meus irmãos, que me fez soltar, e depois fui para cima do Carlinho, batendo nele também. Ele começou a gritar, desesperado. Carlinhos: Que isso, mona? Você está louca! Para com isso! Você vai estra

