O grande salão do palácio estava mais imponente do que nunca. As paredes de pedra, ornadas com tapeçarias antigas e brasões da família real, refletiam a luz das tochas acesas, projetando sombras que dançavam de maneira quase sinistra. O chão de mármore frio ecoava cada passo do povo presente, criando uma atmosfera pesada, quase sufocante. Vampiros de todas as regiões do reino haviam sido convocados, e o murmúrio coletivo aumentava a cada segundo que passava. Havia uma mistura de curiosidade, indignação e expectativa pairando no ar. Todos esperavam o início do julgamento, um evento que, para muitos, definiria a justiça do reino e serviria como advertência para qualquer outro que ousasse desafiar a autoridade real. No centro do salão, sobre um tapete vermelho que levava até o trono, Zuri es

