A Teia de Aranha Gregório Schneider O ar na villa da Toscana não era mais de estratégia; era de caçada. A confissão e a rendição de Isabella Moratti haviam validado o instinto de Lívia: a emoção era o ponto fraco. E nós tínhamos o controle absoluto sobre a única emoção que importava para ela. Eu não podia me dar ao luxo de celebrar a vitória de Lívia. O tempo era o nosso carrasco. A cada hora que passava, os Moratti ficavam mais alertas, ou pior, tentavam eliminar Matteo para cortar nossa moeda de troca. Isabella foi mantida em uma sala ao lado, sob vigilância constante dos homens de Daniel. A tortura dela não era física; era a espera. Ela sabia que a qualquer momento, o telefone tocaria, e ela teria que trair os próprios irmãos para salvar o filho. A Montagem da Armadilha Minha equ

