Já era noite, chovia muito, e a merda do meu pneu tinha furado. Eu estava no meio de uma estrada deserta, e, para piorar, meu celular não tinha sinal.
Abri o porta-malas para pegar o macaco... Lógico, ele não estava no carro – a Lei de Murphy realmente queria garantir o meu azar naquele momento.
Olhei para estrada na esperança de alguma ajuda. E graças a Deus um carro.
- Para! Para! - Gritei desesperado.
O carro foi para o acostamento. Corri até lá, o vidro desceu e dentro do carro estava uma morena incrivelmente sexy sozinha – estou desesperado por ajuda, mas ainda sou homem e, digamos, tarado!
- A senhorita poderia me ajudar? Meu pneu furou, não tenho como trocar e não tenho como chamar o seguro, aqui não tem sinal.
Ela pegou seu celular.
- Poxa, o meu também não tem sinal, mas entre aí, te dou uma carona até a cidade.
Tranquei o meu carro e corri para o lado do passageiro.
- Prazer, Adam! - falei
- Amanda.
Fomos a maior parte da viagem em silêncio. Aquele decote da camisa dela estava me matando de desejo.
- Então, por que você estava uma hora dessas em uma estrada deserta?
- Meus pais moram pro lado de lá, estava voltando da casa deles. E você?
- Estava no casamento de um amigo.
Ela sorriu. Meus Deus, que sorriso lindo. Igual aos s***s.
- Você trabalha com que? - perguntei.
- Sou dona de uma revista de moda!
- Hum... Qual revista?
- Loren's.
- O que? Você é a dona de uma das maiores revistas do Brasil?
- Na verdade, a minha mãe era a dona, mas ela passou o cargo pra mim. - Ela sorriu – Mas, e você? Faz o que da vida?
- Sou arquiteto.
- Nossa, que coincidência. Eu tenho que reformar o meu apê novo, mas ainda não achei nenhum arquiteto que o trabalho me agradasse.
- Se quiser, podemos tentar fazer uma parceria. Você pode dar uma olhada no meu portfólio e se gostar...
- Sério? Eu ia adorar... Já estou cansada de tanto arquiteto com ideias malucas – e ela deu uma risada gostosa.
- Você já está morando nele?
- Ainda não. Estou morando em um apartamento alugado, pois só quero me mudar depois da reforma.
- Realmente, morar em um apartamento que está sendo reformado não é nada agradável. Vou te dar o meu cartão e aí você me liga e para conversarmos a respeito! - Enfiei a mão no bolso, mas percebi que os cartões não estavam lá. - Droga, os meus cartões ficaram no carro.
- Não tem problema. Pegue o meu e me ligue quando estiver disponível e marcamos. Combinado? - Ela me deu um cartão.
- Claro! – Eu respondi com um sorriso no rosto pensando em todas as coisas que poderíamos combinar.
Passamos o resto do caminho falando dos meus projetos de arquitetura. E eu passei o caminho todo tentando olhar para aquele decote.
Quando chegamos na cidade, ela me deixou em um posto e eu liguei para o guincho.
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No dia seguinte, fui para a casa da sra. Dilon, estava quase terminando a reforma de sua casa.
- Tudo está quase pronto! - disse Mike, um dos pedreiros.
- Graças a Deus! – eu disse rindo, já queria me ver livre de mais um trabalho.
- Como foi o casamento ontem?
- Nada m*l, apesar do meu pneu ter furado, peguei carona com uma morena muito gata.
- E aí, rolou?
- Não, infelizmente não! Passamos o tempo todo conversando, mas ela quer falar comigo sobre uma reforma que está querendo fazer no apartamento dela.
- E com isso você pretende t*****r com ela! Você é um desgraçado!
Rimos. E na mesma hora me deu vontade de falar com ela. Então peguei o celular e o cartão que ela me deu.
- Alô? - saiu do outro lado da linha.
- Oi. Amanda? Sou eu, Adam, o cara da carona.
- Ah, oi.
- Liguei para falar sobre o seu apê.
- Então, estou livre hoje depois das 18h, teria como a gente se encontrar?
- Claro! Pode ser às 19h? Sei de um ótimo restaurante!
- Ah, ótimo, então. Me passa o endereço.
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Já eram 19h30min e eu estava sentado no restaurante e nem sinal da garota.
- Oi - disse alguém em minha frente. Era Amanda, usando um vestido vermelho acima do joelho. Ela conseguiu ficar ainda mais sexy de vermelho. E essas coxas... Ela quer me deixar louco?
- Oi! - disse oi praticamente para os p****s dela. – Como está?
- Tudo bem. Desculpe o atraso, peguei muito trânsito.
- Sem problemas. Está na hora certa.
Ficamos nos olhando e sorrindo por uns 5 segundos, que pareceram uma eternidade. Depois ela sentou, colocou sua bolsa na outra cadeira, ajeitou seus cabelos negros, e olhou para mim novamente - seus olhos castanhos eram lindos, assim como seu sorriso.
- Então, quer pedir logo? - perguntei.
- Quero sim! Estou com um pouco de fome.
Jantamos e conversamos sobre a vida em geral, e depois começamos a falar da reforma - e quase o tempo todo eu estava olhando o decote dela - não tinha como não olhar.
Tomamos duas garrafas de vinho, e ela já estava um pouco bêbada, então me surpreendeu me perguntando:
- Você está apaixonado pelos meus p****s, não é? Não para de olhar pra eles!
Nossa, ela não aguenta beber muito, mas fica sensual bêbada. Fiz cara de safado - também sei ser muito sexy – e respondi:
- Preciso ver o apê para ter uma noção.
- Posso te levar lá agora.
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Depois de pagar a conta, fomos ao meu carro para o apartamento dela. Na subida do elevador, ficamos nos encarando – na verdade, eu tentei dividir a minha atenção entre os olhos e os p****s dela.
- Fique à vontade - ela disse abrindo a porta.
O apartamento não era pequeno, mas também não era enorme. Era confortável.
- É um espaço muito bom - disse.
- Sim, meu pai me deu de presente.
Olhei tudo. Estava meio velho, mas uma boa reforma iria deixá-lo novinho em folha. Começamos a fazer um tour pelo apartamento.
- Este será o meu quarto - ela disse quando entramos em um dos cômodos. - Está muito quente aqui, não acha?
- Estava pensando justamente isso. Estou quase morrendo de calor. - Olhei para ela e ri com o canto da boca e ela fez o mesmo. Ela também é safada.
Ela veio em minha direção e parou alguns centímetros de minha boca. Pensou por alguns segundos e me puxou. Meus lábios tocaram os dela, apertei sua cintura, e o beijo ficou mais profundo. Nossa como eu quero essa mulher.
Levei minha mão até o zíper do vestido e o abri devagar esperando para ver qual seria a reação dela, mas ela continuou com os braços ao redor do meu pescoço. Segundos depois, o vestido caiu e a vi só de sutiã e calcinha pretas. Ela tirou minha camisa e passou a mão em meu abdômen - só para deixar claro: sou sarado, efeito de ter uma academia em casa -, deitei-a no chão, abri o seu sutiã, e passei minha língua em seus s***s lentamente. Ela deu um gritinho que me deixou mais louco ainda.
Desci pela sua barriga e tirei a sua calcinha acariciando com a língua o seu c******s, ela se contraiu contra a minha boca e contra o chão.
Tirei minhas calças e minha cueca – por sorte tinha uma camisinha no bolso da calça. Não tinha a intenção de t*****r, mas claro que tinha que me prevenir. Então, eu a penetrei lentamente. Ela gemeu e cravou as unhas nas minhas costas. Segurei os seus s***s e acelerei o ritmo.
Quanto mais ela gritava, mais eu acelerava.
- Ai meu deus - gritou Amanda ao ter um orgasmo.
E, no mesmo instante, eu também gozei, diminui a velocidade aos poucos e então beijei sua boca.
Depois de algum tempo deitados, eu largado em cima dela, conseguimos recuperar as forças e levantamos.
- Nossa! Isso foi uma loucura - ela disse enquanto vestíamos a roupa.
- Uma loucura deliciosa. E eu adoro loucuras. - Sorri com malícia.
- Eu também. - Ela parou um pouco pensativa, e disse - Acho melhor irmos.
- Claro.
Deixei Amanda em seu carro que estava no estacionamento do restaurante e fiquei observando ela entrar e dar a partida. Encostei a cabeça no banco do carro, fechei os olhos e lembrei do gosto dela em minha boca.
Nunca quis t*****r com uma garota duas vezes, isso passa um certo grau de relacionamento para elas, mas com Amanda foi diferente. Ela é tão incrível. Preciso tê-la novamente.