Capítulo 4

1603 Words
Fui para casa e comecei a preparar uma das minhas especialidades: lasanha, com receita de família. Coloquei a massa no forno e fui tomar banho para ficar cheiroso para Amanda. Vesti um terno azul para parecer um pouco formal - estava ajeitando o blazer quando a campainha tocou. - Um momento - digo Abri a porta e encontrei Amanda usando um vestido, acima dos joelhos, amarelo, que desenhava muito bem seus p****s - Acho que não vou resistir até a sobremesa. – E completando o conjunto, saltos um pouco altos, e cabelo preso em um coque. Ela estava, definitivamente, deslumbrante. - Uau – disse. - Como você está linda! - Bondade sua! Você também não está nada m*l. Ela entrou e sentou no sofá. - Qual o cardápio? - Lasanha. Minha especialidade. - Antes não tinha percebido como seu apê é bonito. - Acho que você estava um pouco ocupada para perceber. Rimos De fato, meu apartamento era confortável, já que fui eu mesmo que projetei. Minha sala era branca com móveis azuis, e era dividida por um balcão que dava para a cozinha - que também era branca e azul. Já meu escritório, que ficava em uma das salas, era mais formal - com paredes, também, brancas e móveis pretos. Meu quarto ficava no fim do corredor, e era o mais diferenciado. Ele era vermelho com móveis pretos e brancos. Eu sou um ótimo arquiteto, mas a decoração foi feita com ajuda da minha mãe - se não fosse ela, minha casa seria um mosaico. - Vou pôr a mesa – disse. - Quer ajuda? - Não, você é minha convidada especial. – Respondi e sorri com o canto da boca. Coloquei a mesa e tirei a lasanha do forno. - Parece delicioso - ela disse. - Espero que esteja. - Sente, por favor – disse puxando a cadeira da mesa para dois. - Obrigada. - Deixa que eu sirvo você! - Coloquei um pedaço em seu prato. - Obrigada - ela deu uma garfada - Meu Deus, que delícia! Quem te ensinou a cozinhar? - Que bom que gostou. Aprendi esta receita com uma de minhas tias. Vinho? - Aceito. Servi vinho para ela e para mim, e começamos a jantar. - Então - ela começou a puxar papo - me fale um pouco sobre você! - Sobre mim? - Sim. Você sabe mais de mim do que sei de você. - Bom, eu moro aqui há dez anos, trabalho com arquitetura há cinco. Meus pais são empresários, tenho mais 2 irmãos e acho que só isso. - Seus pais são empresários de que? - Meu pai assumiu a linha de mercados do meu avô e também é dono de algumas fazendas que vêm de família. Minha mãe é dona de uma linha de lojas de roupa. - Espera. Que loja? - A Fashion Spiller. Mais vinho? - O que? Sua mãe é dona de uma das lojas de roupas mais famosas do Brasil e você não me contou? - Pensei que você sabia. Meu sobrenome diz tudo, Adam Spiller. - Meus Deus! Você deveria me apresentar sua mãe, uma entrevista dela para minha revista ia ser perfeito. - Claro que apresento. E seus pais trabalham em que? - Bom... Minha mãe passou a revista para mim e agora ajuda meu pai na agência dele de viagens. - Chega de falar de nossos pais - disse levantado e pondo os pratos na pia. Ela estava encostada no balcão, fui até ela e a beijei. - Que tal a sobremesa? - perguntei. - Adoraria a sobremesa! - ela disse sorrindo com malícia. Ela continuou me beijando, eu coloquei-a sobre a mesa e continuei beijando sua boca e seu pescoço. Tirei o blazer e ela arrancou minha camisa, e começou a beijar meu abdômen e subir até meu pescoço. Tirei seu vestido, ela tirou o sutiã revelado os seus grandes p****s, e então eu comecei a beijá-los e a chupar seus m*****s fazendo-a gemer e arranhar minhas costas com força. Desci minha mão até sua calcinha e penetrei meu dedo em sua v****a. - Ai... Como você está molhada. Passei minha língua em sua barriga e tirei sua calcinha lentamente, deixando minha língua roçar seu c******s e penetrar sua v****a. Ela gemeu com força e arranhou ainda mais minhas costas. - Me faz gozar, Adam. Com seu pedido, tirei minhas calças e minha cueca, e coloquei uma camisinha. Penetrei meu p*u lentamente em sua v****a e acelerei o ritmo. - Mais força, Adam. Atendi ao seu pedido e acelerei o ritmo. Ela cravou suas unhas em minhas costas e eu acelerei ainda mais o ritmo. - Goze para mim, Amanda! Eu acelerei ainda mais, dando à Amanda um gostoso orgasmo, e, depois de mais algum tempo, gozei. ✢✢✢ Depois de t*****r na mesa, no sofá e na cama, caímos no sono. Quando acordei, ela ainda estava dormindo. Meu Deus, ela fica mais linda ainda dormindo. Acho que estou me apaixonando por essa garota, e o pior é que acho que ela não quer se envolver. Levantei e fiz café, panqueca e ovos para o café da manhã. - Bom dia – disse Amanda surgindo na porta da cozinha. - Bom dia, flor. Quer tomar café? - Sim, estou com muita fome. Após um tempo comendo em silêncio - acho que estávamos com fome por causa da noite passada – falei: - Então, o que pretende fazer hoje? - Não tenho nada em mente e você? - Quero levá-la a um lugar! Topa? - Bom, acho que ia dormir o dia todo mesmo, então topo. Meia hora depois estávamos prontos descendo pelo elevador, até a garagem. - Bom, quero que veja algo. Fui até uma lona que escondia meu brinquedo. - O que é isso? - ela perguntou. Puxei a lona, revelando uma linda Ferrari vermelha. - Uau! É sua? - Sim! Meu brinquedo. Presente do meu pai do meu aniversário do ano passado. Uma falha tentativa de me convencer a voltar morar com ele e minha mãe e administrar os negócios com ele. - E por que você não voltou? - Não faz muito o meu estilo e acho que de nenhum de meus irmãos. - Entendi. - Então, vamos? - Vamos na sua Ferrari? - Sim, você terá o privilégio de inaugurá-la pela cidade. - Você nunca andou com ela aqui? - Nem em lugar nenhum. Ela só rodou no dia que ganhei, estava esperando a pessoa certa para andar comigo! - E essa pessoa sou eu? - Acho que sim. Vamos! Liguei o motor e acelerei pelas ruas da cidade. - Assim você vai chamar a atenção das garotas no trânsito. - Ela disse. - Ciúmes? - Claro que não, só não gosto da ideia de acidentes por falta de concentração. Rimos. Paramos no sinal. - Está vendo o que falei? Aquelas garotas estão olhando pra você - ela disse. - Bom e aqueles caras do carro ao lado pra você. - Ou para o carro - Acho que os dois. Rimos. Liguei o som e começou a tocar One, do Ed Sheeran. O sinal abriu e acelerei. - Aonde você está me levando às 9h? – ela me perguntou. - Surpresa. Uma hora depois estávamos em um rio alguns quilômetros fora da cidade. Havia uma lancha esperando por nós. - Uma lancha? - perguntou Amanda. - Claro, nada melhor que um banho de rio nesse calor! - Mas eu não trouxe biquíni. - Acho que você não vai precisar - ri com malícia. - Mas por conhecer bem esse corpinho, comprei um para você. - Então esse passeio não foi improviso? - Sabia que você estaria livre, então planejei tudo ontem à tarde. Entramos na lancha, eu liguei o motor e zarpamos pelo rio. - Você sabe pilotar uma lancha? - perguntou surpresa. - Sei fazer muitas coisas, e algumas, convenhamos, você conhece muito bem. - i****a - disse rindo. Parei a lancha no meio do rio e comecei a tirar a roupa. - O que está fazendo? – ela perguntou. - O que você já devia ter feito. Tirado a roupa para mergulhar. Fiquei totalmente pelado e pulei da lancha. - Você vem? A água está deliciosa! - Claro! – Respondeu já tirando a roupa e saltando. Eu mergulhei e sai colado ao seu corpo. - O que achou da água? - perguntei. - Maravilhosa. Começamos a nos beijar e dessa vez o beijo despertou algo diferente em mim, não era apenas desejo, mas eu não sabia ao certo o que era, só sabia que Amanda estava mexendo comigo. - Assim eu vou comer você aqui. - disse. - Bom, antes você vai ter que me pegar! - gritou me afundando na água e nadando pra longe. - Volte aqui! Nadei atrás dela e alguns minutos depois a alcancei e a levei para a lancha. Deitei-a sobre o chão da lancha e comecei a beijá-la. - Que bom que não vou ter o trabalho de tirar sua roupa. - Ha ha ha, muito engraçadinho, senhor Adam. Ri e continuei a beijá-la. 20min depois estávamos deitados no chão da lancha. Amanda estava abraçada ao meu corpo e a única coisa que eu queria era continuar deitado ao lado dela. - Apesar de não querer sair daqui, você está com fome? - perguntei. - Muita! Mas antes um último mergulho. Ela me deu um beijo, e saltou da lancha. Eu saltei logo atrás. Pouco tempo depois, vestimos a roupa e voltamos para o carro. - Gostou? - perguntei ligando o carro. - Amei. Dirigi de volta para a cidade.
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